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A “maldição” do UFC que os brasileiros sofreram em 2025

by admin

O ano de 2025 foi marcado por uma “maldição” para os brasileiros em lutas principais do UFC. A começar pela derrota de Renato Moicano para Islam Makhachev no dia 18 de janeiro: ele aceitou a luta pelo cinturão peso-leve com apenas um dia de antecedência e acabou finalizado pelo russo logo no primeiro round.

A partir daí, veio uma longa sequência de derrotas de brasileiros nas lutas principais, tanto em cards numerados, quanto em Fight Nights. E na maioria delas, os nossos lutadores eram incontestavelmente favoritos. Foram oito main events seguidos perdidos por brasileiros até 12 de julho, incluindo três disputas de cinturão.

As derrotas mais chocantes foram de Alex Poatan Pereira para Magomed Ankalaev em março, no UFC 313, e de Carlos Prates para Ian Machado Garry, em abril. Mas a mais dolorida talvez tenha sido a de Charles Oliveira para Ilia Topuria, em junho, no UFC 317; ele foi nocauteado no primeiro round.

Nomes fortes como Diego Lopes, Deiveson Figueiredo e Tallison Teixeira, amplamente favoritos, também foram vencidos no octógono, deixando os fãs brasileiros cada vez mais preocupados com a teoria de que havíamos sido realmente amaldiçoados. Mas a ruptura dessa sequência tenebrosa veio de onde menos se esperava.

O brasileiro que quebrou a maldição do UFC

Em agosto, quando os brasileiros já até haviam desistido de conseguir uma vitória em luta principal do UFC, veio a surpresa: Johnny Walker, que vinha de uma sequência de três lutas sem vencer e era a zebra da luta contra Zhang Mingyang, conseguiu um nocaute no segundo round de uma Fight Night realizada na China.

Depois disso, o trauma passou, mesmo com Caio Borralho perdendo a luta principal seguinte para Nassourdine Imavov. Diego Lopes, Poatan e Charles do Bronx, os três que haviam perdido uma disputa de cinturão no primeiro semestre, voltaram a vencer suas respectivas lutas principais.

Pereira recuperou o cinturão meio-pesado ao derrotar Ankalaev na revanche; Oliveira finalizou Mateusz Gamrot no Rio de Janeiro e vai disputar o cinturão BMF em março. Lopes nocauteou o até então invicto Jean Silva e fará uma revanche com Alexander Volkanovski em janeiro pelo cinturão peso-pena. Ou seja, tudo voltou ao normal. Será que as coisas permanecem dessa maneira em 2026?

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