O Tuntum foi claramente prejudicado pela arbitragem na partida, em uma atuação marcada por erros graves e decisões que interferiram diretamente no resultado do jogo. O lance mais emblemático ocorreu no fim do primeiro tempo, quando um gol legítimo da equipe da casa foi anulado sem justificativa convincente. O tento colocaria o Tuntum em vantagem no placar, coroando um bom desempenho e criando um cenário favorável para uma estreia positiva.
A arbitragem, formada por Marcos Vinicius Santos Oliveira (árbitro), Antônio da Silva Ferreira (assistente 1) e Cássio Leite Sampaio (assistente 2), teve uma condução confusa e questionável ao longo de toda a partida. Além do gol anulado, outros episódios reforçaram a sensação de prejuízo deliberado à equipe tuntuense.
No lance que originou o segundo gol do Luminense, ficou evidente a infração cometida pelo zagueiro adversário, que utilizou o braço para afastar a bola da intermediária defensiva antes de iniciar o contra-ataque. A jogada irregular não foi assinalada, e na sequência resultou diretamente no gol do time da capital, alterando o rumo da partida.
Outro ponto que causou indignação foi a conivência do árbitro com a postura violenta do volante Pedro Maia (5). Mesmo já advertido com cartão amarelo, o jogador seguiu cometendo faltas duras e desproporcionais em pelo menos três ocasiões, sem receber a punição máxima prevista nas regras. A ausência da expulsão comprometeu a integridade do jogo e deu margem para que o adversário mantivesse vantagem numérica e física em campo.
Diante de tantos equívocos, cresce o questionamento entre torcedores e dirigentes: tratou-se apenas de uma arbitragem tecnicamente despreparada ou houve, de fato, uma condução tendenciosa, que acabou por beneficiar o time da capital em detrimento do Tuntum? O que se espera é que os órgãos competentes analisem os lances e adotem providências, para que erros como esses não voltem a manchar o futebol maranhense.
Veja no vídeo o lance do gol anulado e tirem suas conclusões
