Procon de Imperatriz determina suspensão de biscoitos proteicos da marca Wheyviv Fit
Procon de Imperatriz determina suspensão de biscoitos proteicos da marca Wheyviv Fit
A Prefeitura de Imperatriz, por meio do Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON), ordenou a paralisação imediata da venda de biscoitos proteicos da marca Wheyviv Fit na cidade. A decisão foi tomada após a identificação de irregularidades nas informações nutricionais dos produtos.
A medida foi desencadeada por denúncias de consumidores que apontaram diferenças entre os dados divulgados nos rótulos e o conteúdo real dos biscoitos. Em resposta às reclamações, o órgão iniciou uma investigação administrativa para esclarecer os fatos.
A coordenadora do PROCON Municipal, Socorro Lima, explicou que o processo envolveu uma avaliação técnica dos produtos.
“Diante disso, instauramos procedimento administrativo, coletamos amostras e encaminhamos os produtos para análise técnica em parceria com a Universidade Federal do Maranhão” – declarou ela.
Procon notificando a distribuidora em Imperatriz – Foto: Procon
Os laudos indicaram resultados não conformes em todos os produtos avaliados, especialmente em relação à quantidade de proteínas informada nas embalagens, em desacordo com a legislação em vigor. Segundo o PROCON, a disparidade entre os valores nutricionais declarados e os reais caracteriza informação inadequada ao consumidor, podendo configurar propaganda enganosa.
A coordenadora destacou que os resultados motivaram a adoção da medida cautelar.
“Essas inconsistências violam o direito à informação e podem induzir o consumidor a equívocos. Por essa razão, aplicamos a medida cautelar de suspender a comercialização desses produtos em Imperatriz” – finalizou a coordenadora.
A decisão levou em conta ações realizadas por outros órgãos de defesa do consumidor. O PROCON do Estado do Espírito Santo já havia determinado a suspensão da produção, comercialização e distribuição dos mesmos produtos, após análises laboratoriais apontarem irregularidades em diversos lotes.
A providência está em conformidade com uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que proíbe a comercialização da marca devido à falta de regularização junto ao órgão competente.
FONTE/CRÉDITOS: Ana Maria Nascimento (PMI)


