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Pesquisas: família Brandão tenta criar narrativa de polarização com pesquisas suspeitas

Pesquisas: família Brandão tenta criar narrativa de polarização com pesquisas suspeitas

Pesquisas: família Brandão tenta criar narrativa de polarização com pesquisas suspeitas

Pesquisas: família Brandão busca criar narrativa de polarização com levantamentos questionáveis

Sempre que se aproxima uma conversa com o presidente Lula, surgem pesquisas mostrando um crescimento surpreendente do sobrinho do governador. É intrigante como o candidato menos qualificado surge inflado nas pesquisas, tornando-se um verdadeiro fenômeno.

Quais seriam os reais interesses do governo ao criar um clima de polarização sem fundamento entre Orleans Brandão e o prefeito de São Luís, Eduardo Braide?

1- Tentar enganar o presidente com estratégias desesperadas para convencê-lo a legitimar a traição de Brandão contra seus aliados.

2- Transmitir a ideia de que o sobrinho do governador pertence ao campo progressista e contará com o apoio do presidente Lula contra um candidato da direita, que, segundo eles, seria o prefeito.

3- Tentar intimidar o prefeito para que não renuncie em abril e evite enfrentar a máquina do governo.

O primeiro item não merece comentários, mas vale ressaltar que Brandão deseja que o presidente Lula também traia seus aliados no Maranhão, os quais sempre estiveram ao seu lado, mesmo ele que, até recentemente, apoiava o golpe de Aécio Neves contra a presidenta Dilma.

Já o segundo motivo requer atenção especial. Mesmo com o governador tendo ao seu lado um arco de partidos como União Brasil, Progressistas, MDB, Republicanos, entre outros, e contando em seu governo com nomes como Aluísio, Mendes, Mical Damasceno e Yglésio Moíses, a estratégia do governo é afirmar que um filho do agronegócio com raízes bolsonaristas é a figura que representará a esquerda do presidente Lula no Maranhão contra o candidato de Kassab.

O último é uma demonstração de ingenuidade, pois acreditaram que conseguiriam fazer Felipe Camarão renunciar com a máquina midiática do governo tentando desgastar o vice-governador constantemente. O objetivo é claro: inviabilizar a candidatura de Felipe e oferecer-lhe uma vaga como deputado federal para que renunciasse.

Como não obtiveram sucesso com Felipe e, ao mesmo tempo, erraram ao afirmar que Braide não seria candidato, resta agora concentrar os ataques contra o palácio La Ravardiere, como já podemos observar nas mídias aliadas do governo.

Deixo agora uma breve reflexão eleitoral.

Em uma eleição com quatro candidatos competitivos, sendo três claramente alinhados à direita – Eduardo Braide, Orleans Brandão e Lahésio Bonfim – qual é o único nome capaz de polarizar a eleição ao lado do campo progressista? A resposta já é conhecida por nós e pela direção nacional do PT, o que explica a irritação dos Brandão com Felipe Camarão.

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