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Pedro Medeiros vira “libertador” e Afonso Cunha comemora como se fosse feriado

Pedro Medeiros vira “libertador” e Afonso Cunha comemora como se fosse feriado

Pedro Medeiros vira “libertador” e Afonso Cunha comemora como se fosse feriado

Pedro Medeiros se torna “salvador” e Afonso Cunha celebra como um feriado

Apesar do ex-prefeito Arquimedes Bacelar insistir, com aquela falta de sinceridade de quem caiu, mas jura que tropeçou, que “não houve rompimento” com Pedro Medeiros, nos bastidores a realidade é outra, muito distante da versão vitimista que ele tenta propagar.

O sentimento predominante dentro da Prefeitura de Afonso Cunha é um só: alívio. Alívio coletivo. Alívio institucional. Alívio quase espiritual.

Pedro Medeiros, agora governando sem a interferência do ex-prefeito que nunca aceitou se tornar passado, passou a ser visto pelos funcionários como uma espécie de redentor político. Pode parecer exagerado? Talvez. Mas a reação popular fala por si só.

Nas discussões e diálogos aos quais o Blog Lucas Moura teve acesso, o clima é de catarse. Há quem diga que “finalmente chegou o dia”, outros comparam o momento à libertação dos hebreus do Egito, e até mesmo quem se sinta “pássaro fora da gaiola”. A animação é tanta que parece uma festa de Réveillon antecipada.

Alguns apelaram para a filosofia, outros para a Bíblia, e alguns simplesmente para o deboche. O fato é que a saída definitiva de Arquimedes do poder foi comemorada como se a cidade tivesse quebrado uma corrente invisível.

Enquanto isso, o ex-prefeito continua tentando se colocar como vítima da história, ignorando que ninguém sente saudades de um governo que governava pelo medo e pela pressão.

Pedro Medeiros, querido entre os funcionários, tornou-se símbolo de um novo período. Um governo que lidera por ter sido eleito, não por gritar mais alto. Um prefeito que governa com a caneta na mão, não com o chicote imaginário do passado.

Afonso Cunha virou a página. E, pelo entusiasmo das comemorações, fez isso com prazer.