Bilionária e dona de império, cantora de 36 anos vende jatinho polêmico por cerca de R$ 40 milhões
A negociação da aeronave aconteceu em meio a uma turnê mundial histórica e envolveu uma mudança estratégica na logística da artista. Pressionada por questões ambientais e de segurança, a estrela decidiu se desfazer de um de seus bens de luxo no início de 2024, vendendo-o para uma empresa de seguros norte-americana.
O avião negociado era utilizado para viagens internacionais curtas e contava com uma cabine personalizada para até 12 pessoas, incluindo cozinha completa e banheiro privativo.
A decisão de venda ocorre após a artista ter sido apontada em listas de celebridades com alta emissão de CO2 e enfrentar disputas judiciais para impedir a divulgação da localização de seus voos em tempo real.
Quem é a estrela pop?
Taylor Swift, uma das artistas mais influentes da música mundial, foi a responsável pela venda. Aos 36 anos, a cantora norte-americana acumula uma fortuna bilionária e vive o auge da carreira com a The Eras Tour.
Apesar do sucesso nos palcos, ela tem buscado diminuir a exposição negativa relacionada ao uso frequente de voos privados e às polêmicas sobre o impacto ambiental de seus deslocamentos.
Taylor Swift – Foto: Getty Images
Venda com desvalorização
O modelo vendido foi um Dassault Falcon 900LX. Adquirido novo em 2011 por cerca de US$ 40 milhões, aproximadamente R$ 230 milhões na cotação atual, o jato foi repassado por um valor estimado em US$ 7 milhões, cerca de R$ 40 milhões.
A aeronave, que por anos ostentou o número da sorte da cantora na fuselagem, sofreu uma desvalorização natural de mercado e agora pertence à empresa Car Shield.
Império bilionário e frota reduzida
Segundo levantamento da Forbes, a cantora entrou para a lista de bilionários exclusivamente com os ganhos de sua música e turnês com uma fortuna de U$ 1,6 bilhão, aproximadamente R$ 8,7 bilhões.
Mesmo com a venda, ela mantém o luxo: sua frota agora conta apenas com um Dassault Falcon 7X, avaliado em mais de R$ 270 milhões, capaz de voar do Japão aos EUA sem escalas.
Vale lembrar que a equipe da cantora afirma ter comprado o dobro dos créditos de carbono necessários para compensar as emissões de suas viagens, numa tentativa de blindar a imagem da artista durante sua agenda mundial.
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