Mais de 2.400 vagas seguem abertas na rede municipal de ensino de Codó – Portal do Sampaio
Em entrevista a imprensa nesta quinta-feira (5), o secretário municipal de Educação de Codó, Ricardo Torres, detalhou sobre as 2.485 vagas ainda disponíveis na rede pública municipal de ensino, todas localizadas na zona urbana do município. Foram apresentados dados atualizados sobre a distribuição das vagas por etapa de ensino, orientações sobre o processo de matrícula, além de esclarecimentos à população sobre prazos, documentação e critérios de acesso às vagas.
Atualmente, as vagas para ocupação estão distribuídas da seguinte forma:
- Educação Infantil: 498 vagas
- Ensino Fundamental (1º ao 5º ano): 911 vagas
- Ensino Fundamental (6º ao 9º ano): 1.076 vagas
Onde e como se matricular
A SEMECTI reforça que os pais ou responsáveis devem procurar diretamente as unidades escolares que possuem vagas. Para facilitar o acesso, a relação completa de escolas e bairros pode ser consultada no site oficial da Prefeitura de Codó.
Para efetivar a matrícula, é necessário apresentar a documentação completa do aluno. Além das vagas regulares, o secretário destacou a disponibilidade para a modalidade EJA (Educação de Jovens e Adultos), destinada a pessoas a partir de 15 anos que desejam retomar os estudos nos turnos vespertino e noturno.
Calendário e Busca Ativa
As aulas na rede municipal estão previstas para iniciar no dia 23 de fevereiro, logo após o Carnaval. No entanto, o secretário tranquilizou as famílias que não conseguirem realizar o procedimento até lá: “A matrícula pode ser feita mesmo depois que as aulas começarem. A família pode procurar o ‘Zap da Educação’ (9993300-8777) ou ir direto à escola”.
Questionado sobre a possibilidade de evasão escolar devido ao alto número de vagas abertas, Ricardo Torres classificou a situação como normal dentro do cronograma, lembrando que a rede atende cerca de 25 mil alunos no total. Ele garantiu que a Busca Ativa é um trabalho permanente da gestão Chiquinho FC.
“Só sossegamos quando soubermos o que aconteceu com a criança que parou de frequentar. Temos inclusive pedagogia hospitalar para alunos internados“, concluiu.


