Decolagens da Gol crescem 13% em janeiro | Empresas
A empresa aérea Gol teve um total de 23.038 partidas em janeiro, o que representa um crescimento de 12,8% em comparação com o mesmo período de 2025. O número total de assentos aumentou em 12,9%, atingindo 4,1 milhões, enquanto a capacidade de assentos cresceu 13%, alcançando 5,15 bilhões de assentos por quilômetro (ASK). Esses dados foram divulgados na prévia operacional nesta sexta-feira (20).
A demanda por passageiros — medida pela receita por passageiro por quilômetro, ou RPK — aumentou 15,1%, chegando a 4,42 bilhões.
No mercado nacional, a capacidade (ASK) da Gol cresceu 14,3%, enquanto a procura (RPK) aumentou 17,5%. A taxa de ocupação doméstica da Gol foi de 85,2%. O número de partidas aumentou 13,1% e o total de assentos cresceu 13,1%.
Já no mercado internacional, a capacidade foi de 937 milhões e a procura de 820 milhões, com uma taxa de ocupação de 87,5%.
Em 19 de fevereiro, a companhia aérea concluiu o leilão de sua oferta pública de aquisição (OPA) de ações preferenciais. Isso faz parte do processo para sair do segmento Nível 2 de governança corporativa da B3 e para o fechamento de capital.
A transação resultou na aquisição pela Gol Investment Brasil (GIB) de 5,66 bilhões de ações preferenciais da empresa, o que equivale a 75% das ações oferecidas e a 0,06% do capital social total. A operação ocorreu no contexto da incorporação da Gol e da GIB pela Gol Linhas Aéreas, ambas pertencentes ao mesmo grupo.
As ações preferenciais foram adquiridas por R$ 11,45 por lote de mil ações, totalizando aproximadamente R$ 64,8 milhões.
Após a liquidação financeira da OPA, prevista para 23 de fevereiro de 2026, a Gol Investment se tornará titular de 967,1 bilhões de ações preferenciais, representando 99,95% do capital social total da empresa. A partir de 24 de fevereiro de 2026, as ações preferenciais da Gol serão negociadas no mercado básico de ações da B3, saindo do Nível 2 da bolsa.
Check-in eletrônico da Gol no Aeroporto de Santos Dumont, no Rio de Janeiro — Foto: Dado Galdieri/Bloomberg
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