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Renato Gaúcho promete cobrança ao elenco para cessar vaias da torcida

Renato Gaúcho promete cobrança ao elenco para cessar vaias da torcida

Renato Gaúcho promete cobrança ao elenco para cessar vaias da torcida

O novo treinador do Vasco, Renato Gaúcho, concedeu sua primeira entrevista coletiva nesta quarta-feira, mesmo dia em que comandou seu primeiro treinamento. De forma realista, ele destacou o Campeonato Brasileiro como a principal competição, estabelecendo a meta inicial de alcançar 45 pontos, mas sem definir um objetivo final. Sua prioridade é ter um time equilibrado que sofra menos gols em campo.

O técnico está em sua terceira passagem pelo Vasco, tendo treinado a equipe entre 2005 e 2007, e em 2008.

Renato Gaúcho expressou satisfação em retornar ao clube, ressaltando o desafio de treinar uma equipe de grande porte como o Vasco, com uma torcida vasta e fiel. Ele destacou a necessidade de uma nova abordagem, deixando para trás as críticas anteriores ao grupo, e mencionou ter discutido planos futuros com Pedrinho.

O treinador também assegurou que haverá cobranças firmes ao elenco para evitar vaias por parte da torcida:

“A torcida do Vasco não vai mais vaiar os jogadores, podem ter certeza disso. Os atletas serão bastante exigidos, conforme já enfatizei nos treinos da manhã. A dedicação será cobrada ao máximo.”

Renato fará sua estreia no dia 12, quando o Vasco enfrentará o Palmeiras em São Januário, pela quinta rodada do Brasileirão.

O treinador elogiou Philippe Coutinho, mas afirmou que não considerou o retorno do jogador ao clube. Sobre sua própria situação, ele compartilhou sua perspectiva em relação ao retorno ao futebol após sua saída do Fluminense, quando criticou o que chamou de “gênios da internet”.

“Sou uma pessoa independente. Conquistei sucesso como jogador e treinador. Trabalho por paixão e vontade. Ofereço todo conforto possível à minha família. Meu retorno é uma decisão baseada no meu gosto pelo futebol. Existem questões que me incomodam, assim como a outros treinadores. Alguns falam, outros não. Muitos dizem que eu não tenho paciência. Tenho bastante paciência, admiro o trabalho dos jornalistas. Contudo, em algumas situações, a postura não é profissional.”

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