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‘Chama-título’ Tchê Tchê vê horizonte para gravar nome na história do Vasco

‘Chama-título’ Tchê Tchê vê horizonte para gravar nome na história do Vasco

‘Chama-título’ Tchê Tchê vê horizonte para gravar nome na história do Vasco

Título: ‘Apelido’ Tchê Tchê vislumbra oportunidade de eternizar seu nome na história do Vasco

Se há alguém que conquista títulos por onde passa, este alguém é Tchê Tchê. O meio-campista, atualmente no Vasco, foi campeão de importantes competições por onde atuou e frequentemente quebrando longos períodos sem conquistas. Talvez por isso a diretoria cruzmaltina tenha buscado o seu camisa 3.

A trajetória de Tchê Tchê é marcada por conquistas expressivas no Brasil. No Palmeiras, conquistou o Brasileirão de 2016, encerrando um jejum de 23 anos do clube paulista sem o título nacional. Já no Atlético, a história se repetiu: o time não vencia a Série A há 51 anos e com ele no elenco, conquistou o título em 2021.

Após sua passagem pelo Galo, Tchê Tchê ingressou no Botafogo. No clube carioca, na temporada de 2024, foi campeão do Brasileirão e da Copa Libertadores. Em uma entrevista exclusiva para a Itatiaia, o volante do Vasco já enxerga a possibilidade de escrever seu nome na história do clube.

“Essas conquistas me deixam muito feliz. Não alcanço nada sozinho, sempre busco orientação em minha família. Há um certo ar de mistério e diversão, mas procuro focar nas coisas positivas. No primeiro ano no Botafogo, quase conquistamos e no ano seguinte conseguimos. A mesma situação ocorreu na final com o Audax. Sempre que chega um novo ano, algo especial acontece”, comentou, fazendo uma previsão:

“Espero que o mesmo ocorra no Vasco. Ficamos perto no ano passado, foi um grande avanço. Alguns clubes levam anos para se reestruturar, mas aqui no Vasco estamos buscando isso”, afirmou.

Logo em sua primeira temporada no Vasco, ele fez parte do elenco que foi vice-campeão da Copa do Brasil contra o Corinthians no ano anterior. Foi a primeira vez em 14 anos que a equipe chegou a uma final nacional.

“Fico feliz com esse histórico. Não conquisto nada sozinho, sempre busco aconselhamento com minha família. Há um toque de mistério e diversão, mas tento me apegar às coisas positivas.

— Tchê Tchê, o apelido

Vasco no caminho certo

A confiança de Tchê Tchê, aliada ao seu histórico vitorioso, está relacionada às mudanças pelas quais o Vasco tem passado nos últimos anos. Em um processo de reestruturação, o meio-campista ressaltou que o CT Moacyr Barbosa está cada vez mais adequado para receber os atletas.

“A estrutura mudou, o CT está melhorando a cada dia para otimizar o desempenho dos atletas. Sempre que voltamos de folga, encontramos novidades para melhorar nosso rendimento. Estão constantemente em busca de melhorias para que possamos nos concentrar apenas no campo. A equipe do clube está sempre atenta ao que há de melhor no mercado, para que possamos usufruir dentro do clube. Isso nos permite treinar e jogar com mais tranquilidade, dando o nosso máximo para contar com o apoio da torcida”, explicou.

A melhoria na qualidade dos treinos tem contribuído para o desempenho da maioria dos jogadores do Vasco. Tchê Tchê, por exemplo, foi titular em quatro jogos consecutivos sob o comando do técnico Renato Gaúcho, conquistando dez pontos em 12 disputados no Brasileirão.

“Trabalhei arduamente para chegar a este momento. Sinto-me preparado. No início, joguei no Estadual neste ano, mas não havia atuado no Brasileirão. Estou feliz por este momento. Esperei bastante, não estava tendo sequência de jogos, mas sempre me preparei. Não fui pego de surpresa, mas não esperava começar como titular logo no primeiro jogo sob o comando de Renato. Estava preparado para isso”, contou.

O ‘pai’ Renato
Antes da chegada de Renato Gaúcho, Tchê Tchê não vinha sendo frequentemente escalado como titular, e o Vasco enfrentava uma sequência de resultados negativos que culminaram na demissão de Fernando Diniz.

O novo treinador mudou o ambiente no CT Moacyr Barbosa, especialmente no aspecto emocional. Para o meio-campista, essa foi uma das chaves para a rápida evolução do Vasco.

“Ele chegou transmitindo muita confiança para o grupo, acreditando no potencial de todos. Ele sempre enfatiza a importância de cada um. Sua chegada provocou uma mudança significativa. Ficamos um tempo sem saber quem seria o treinador. Quando ele chegou, teve uma conversa franca e direta, explicando que precisávamos manter os pés no chão. E é isso que estamos fazendo. A equipe está competindo muito bem. Sabemos como sofrer e isso é fundamental”, afirmou, destacando a rotina diária:

Ele adota um estilo mais paternal. Como ex-jogador, sabe da importância do afeto para os atletas. É normal que os jogadores necessitem de apoio, mas a cobrança deve ser constante para evitar acomodações.

— Tchê Tchê, sobre Renato Gaúcho
“Ele adota um estilo mais paternal. Como ex-jogador, entende que os atletas precisam de afeto. É natural que os jogadores busquem apoio, mas é essencial manter a exigência para evitar acomodações. Não significa que não haja mudanças, mas não temos tempo para divagações. Estamos focados apenas no que importa”, afirmou.

Veja os troféus conquistados por Tchê Tchê

Palmeiras

  • Campeonato Brasileiro Série A: 2016, 2018
  • Dínamo de Kyiv-UCR
  • Supercopa da Ucrânia: 2018

Atlético

  • Campeonato Brasileiro Série A: 2021
  • Copa do Brasil: 2021
  • Campeonato Mineiro: 2021, 2022
  • Supercopa do Brasil: 2022

Botafogo

  • Copa Libertadores: 2024
  • Campeonato Brasileiro Série A: 2024

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