Atacantes em alta fazem Marrocos chegar forte para enfrentar o Brasil
A Seleção Brasileira entra em campo neste sábado (13), às 19h, em Nova Jersey, para a estreia na Copa do Mundo diante do Marrocos, uma equipe que vem em crescimento e chega embalada após campanhas recentes de destaque.
Semifinalista da Copa do Mundo de 2022, o Marrocos chega novamente como um adversário perigoso. A evolução coletiva da equipe chama atenção, mas são os nomes individuais que podem fazer a diferença contra o Brasil.
Entre os destaques, a principal estrela segue sendo Achraf Hakimi, lateral do Paris Saint-Germain, que chega com moral após conquistar mais uma Liga dos Campeões como titular. Mesmo não sendo um jogador de muitos gols, sua influência ofensiva é enorme.
Atacante podem ser perigo para a Seleção
No entanto, o grande perigo está no setor ofensivo. O atacante Ismael Saibari, de 25 anos, foi um dos grandes nomes do PSV na última temporada europeia, com 37 jogos, 19 gols e nove assistências, apresentando média de 0,76 participações em gols por partida.
Pela seleção marroquina, Saibari também mantém bons números, somando 30 jogos e nove gols, sendo uma peça importante na construção ofensiva da equipe e uma ameaça constante ao sistema defensivo adversário.
Outro nome de destaque é Abde Ezzalzouli, ponta de 24 anos do Real Betis, que teve uma temporada sólida com 43 jogos, 15 gols e 13 assistências, alcançando média de 0,65 participações em gols por jogo.
Saibari chega com os melhores números entre convocados. (Photo by Denis Doyle/Getty Images)
Apesar da boa fase, Abde virou preocupação após sair lesionado no amistoso contra a Noruega, podendo ser desfalque importante na Copa, o que seria uma perda significativa para o ataque marroquino.
Jogador histórico do Marrocos
Menção honrosa para o experiente Ayoub El Kaabi, de 32 anos, que é uma das grandes referências. Atuando pelo Olympiacos, marcou 21 gols e deu duas assistências em 40 partidas, além de ser o maior artilheiro da história do Marrocos, com 35 gols, destacando-se pelo jogo aéreo e finalizações acrobáticas. Diante desse cenário, o Brasil de Carlo Ancelotti terá que redobrar a atenção para evitar surpresas na estreia.


