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Exame de DNA feito pela mãe de crianças desaparecidas em Bacabal pode revelar se criança encontrada nos EUA é seu filho

Exame de DNA feito pela mãe de crianças desaparecidas em Bacabal pode revelar se criança encontrada nos EUA é seu filho

Exame de DNA feito pela mãe de crianças desaparecidas em Bacabal pode revelar se criança encontrada nos EUA é seu filho

Uma nova possibilidade trouxe esperança à família de Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, irmãos que desapareceram em janeiro deste ano na zona rural de Bacabal, no Maranhão. A mãe das crianças, Clarisse Cardoso, teve material genético coletado nesta quarta-feira (9) para que seja feito um confronto com o DNA de uma criança não identificada localizada nos Estados Unidos. A comparação poderá confirmar ou descartar a possibilidade de que o menino seja Allan Michael.

A suspeita surgiu depois que imagens de uma das crianças encontradas durante uma operação nos Estados Unidos chegaram até a família. Clarisse afirmou ter percebido características físicas semelhantes às do filho desaparecido.

“Eu sempre falei nas minhas entrevistas que o coração de mãe não engana” – declarou Clarisse, que disse estar confiante de que os filhos continuam vivos.

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Apesar da semelhança, não existe confirmação de que a criança seja Allan Michael. A identificação somente poderá ser estabelecida por meio dos procedimentos oficiais e do confronto genético.

DNA será fundamental para esclarecer suspeita

A advogada da família, Nathaly Moraes, explicou que a coleta do material genético da mãe é justamente uma das etapas necessárias para verificar a identidade da criança localizada nos Estados Unidos.

Como Allan e Ágatha não possuem documentos de identificação, a ausência de registros genéticos anteriores dificulta uma comparação direta. Por isso, o material da mãe poderá ser utilizado para verificar a compatibilidade genética.

A expectativa da família agora está concentrada no resultado do exame.

Interpol oferece apoio às buscas

O caso também ganhou uma dimensão internacional. A Interpol colocou ferramentas de cooperação à disposição das autoridades brasileiras para auxiliar nas buscas pelos irmãos e no cruzamento de informações caso existam indícios de que eles estejam fora do país.

Nesta quarta-feira, Clarisse e a advogada participaram de uma reunião com representantes do Núcleo de Cooperação Internacional da Polícia Federal, em São Luís. Foram adotados procedimentos para permitir o compartilhamento de informações e ampliar a cooperação internacional na investigação.

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