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Arremessou? Preso, padrasto faz revelação chocante após morte de bebê de 11 meses

Arremessou? Preso, padrasto faz revelação chocante após morte de bebê de 11 meses

Arremessou? Preso, padrasto faz revelação chocante após morte de bebê de 11 meses

Jhonata Rafael Brandão foi preso após suspeita de ter matado o enteado, um bebê de 11 meses, em Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém (PA). Ele se pronunciou sobre o caso e confessou ter arremessado a criança ao chão.

O homem e a mãe da vítima, Jhenifer Larissa Aquino Monteiro, que também foi presa, levaram o bebê a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ananindeua. Os médicos constataram a gravidade das lesões e acionaram as autoridades.

Informações preliminares da perícia apontam que o bebê sofreu ruptura no fígado em decorrência das agressões, o que levaram à morte. O crime teria ocorrido após Jhonata passar o dia sob efeito de entorpecentes. A Delegacia de Atendimento à Criança e ao Adolescente (Deaca) investiga o caso.

Ex-policial procurado pela Interpol por abusar da neta e sobrinha é preso

O cumprimento da lei em Goiás culminou na detenção do ex-policial civil aposentado Gelásio Franco Filho, de 63 anos, nesta sexta-feira, 7 de novembro. O indivíduo estava evadido da Justiça e seu histórico criminal o havia levado a ser incluído na temida “lista vermelha” da Interpol, que cataloga os criminosos mais procurados e perigosos em âmbito internacional.

A captura ocorreu em uma operação minuciosa e coordenada entre as forças de segurança estaduais — a Polícia Civil e a Polícia Militar. O local da prisão foi uma área rural do município de Petrolina de Goiás, onde o foragido buscava se esconder das autoridades.

Gelásio foi sentenciado a uma pena de 13 anos e 6 meses de reclusão pelos graves crimes de estupro cometidos contra crianças e adolescentes em Goiânia. As vítimas, em uma chocante quebra de confiança, incluíam pessoas vulneráveis de seu próprio círculo: a enteada, a sobrinha, a neta e, ainda, uma jovem vizinha da banca de jornais onde ele exercia atividades.

Segundo os detalhes apurados durante as investigações, o ex-agente de segurança se aproveitava de forma hedionda do vínculo de confiança e do convívio familiar que possuía com as vítimas para cometer os abusos sexuais. Tais atos criminosos se estenderam por um período considerável de tempo, evidenciando um padrão de conduta abusiva. Após a confirmação de sua condenação, o ex-policial empreendeu fuga, o que motivou a emissão do alerta internacional de busca pela Interpol, elevando seu status para um fugitivo global.

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