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Casa Branca defende Argentina depois de faixa sobre Malvinas

Casa Branca defende Argentina depois de faixa sobre Malvinas

Casa Branca defende Argentina depois de faixa sobre Malvinas

Andrew Giuliani, da Casa Branca, diz que manifestação foi feita por torneio ser nos EUA e cita 1ª Emenda

A Casa Branca saiu em defesa da seleção argentina no sábado (18.jul.2026), depois que a Fifa abriu processo disciplinar contra a equipe pelo uso de uma faixa com os dizeres “As Malvinas são Argentinas“ na semifinal da Copa do Mundo contra a Inglaterra. Andrew Giuliani, chefe da força-tarefa da Casa Branca junto à Fifa, afirmou que os jogadores agiram dentro do direito à liberdade de expressão garantido pela legislação norte-americana.

Segundo Giuliani, a manifestação só foi realizada porque o torneio está sendo realizado nos Estados Unidos. “Acreditamos nos nossos direitos da 1ª Emenda aqui nos Estados Unidos da América”, disse o porta-voz.

O órgão regulador do futebol mundial instaurou processo disciplinar contra a seleção argentina em razão do episódio.

O Governo das Ilhas Malvinas publicou comunicado na 5ª feira (17.jul.2026) repudiando a atitude dos jogadores. A nota cobrou que a Fifa aplique sanções à equipe argentina.

“Estamos desapontados, embora lamentavelmente não surpreendidos. O time de futebol da Argentina decidiu manchar o resultado da semifinal de futebol da Copa do Mundo de nesta 6ª feira à noite –um jogo que, de forma alguma, envolveu as Ilhas Malvinas”, afirmou o governo em nota.

DISPUTA PELAS MALVINAS

As Ilhas Malvinas, chamadas de Falklands pelo Reino Unido, são um território britânico ultramarino no Atlântico Sul e alvo de uma disputa de soberania entre os 2 países.

Em 1982, a Argentina ocupou militarmente o arquipélago, dando início à Guerra das Malvinas. O conflito durou 74 dias e terminou com a vitória britânica. A guerra deixou 649 militares argentinos, 255 britânicos e 3 civis mortos.

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