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Caso Turilândia: Posionamento de procurador geral indicado por Brandão implode o GAECO e constrange o Ministério Público do Maranhão

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A sociedade maranhense foi pega de surpresa com o posionamento do Procurador Geral de Justiça do Maranhão Danilo Castro Ferreira. Para justificar o relaxamento da prisão dos envolvidos no desvio de 56 milhões de reais no município de Turilândia, o procurador indicado por Brandão e referendado por Eduardo Hiluy Nicolau, comandante do MP do Maranhão até o ano passado.

Usando como justificativa uma brecha no discurso sobre a eficiência de outras medidas cautelares além da prisão preventiva. Para o chefe do MP maranhense e de acordo com a sua nota, o roubo de 56 milhões dos cofres de uma prefeitura pobre do Maranhão não é grave ao ponto de manter os envolvidos devidamente presos.

Mas a reação dos 10 promotores do GAECO que atuaram diretamente no caso foi dura e expôs a ferida interna que coloca em suspeita a atuação do comando do Ministério Público. O pedido de exoneração não tem meio termo e demonstra que eles não querem conviver e pactuar com ordens de cima que blindam políticos corruptos.

O caso de Turilândia é um escândalo que escancara o envolvimento de vários políticos maranhenses do bigode grosso muito além dos Curiós presos na operação.

Para se ter uma ideia, Eva Curió era nomeada no governo Brandão como Superintendente de Articulação da Regional de Viana. E deputado Federal Pedro Lucas que é do mesmo partido do Prefeito de Turilândia e isso deve justificar a destinação de 2 milhões de reais em emendas pix para o colega, vale lembrar que o presidente do União Brasil no Maranhão já está enrolado com o casal que comandava Arari numa emenda de R$1.200.000,00 que sumiu no município, o caso é grande e envolve outras personalidades políticas no Estado e como diz o ditado popular, “panela que muito mexe o angu desanda”.

E como tem gente grande demais envolvida, nomes com Hyan Alfredo e suas amizades palacianas, então é melhor abrandar o fogo, ainda mais em ano de eleições. Porém a primeira tentativa não teve êxito, a desembargadora e relatora Maria da Graça Amorim manteve a prisão dos envolvidos e deu um recado duro ao comandante do Ministério Público do Maranhão.

 

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