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Diálogo não é jogo duplo: Fernando Pessoa tem trabalhado por Tuntum

Diálogo não é jogo duplo: Fernando Pessoa tem trabalhado por Tuntum

Diálogo não é jogo duplo: Fernando Pessoa tem trabalhado por Tuntum

Em tempos de polarização política e embates marcados mais por narrativas do que por conquistas concretas, a conduta do prefeito de Tuntum, Fernando Pessoa, tem se destacado por um atributo cada vez mais escasso na política nacional: a habilidade de dialogar em prol do bem comum.

Diferentemente da interpretação simplista que tenta caracterizar reuniões institucionais como “jogo duplo”, o que se observa, na prática, é um gestor que compreende sua função constitucional: priorizar os interesses do município acima de disputas políticas momentâneas.

Fernando Pessoa tem agido de maneira consistente com o que se espera de um prefeito responsável: mantendo diálogo institucional com todas as lideranças capazes de contribuir para o progresso de Tuntum. Essa postura não enfraquece a administração — pelo contrário, amplia a capacidade de articulação política e administrativa do município.

É relevante ressaltar que não há indefinição política. Fernando Pessoa já expressou publicamente seu apoio à pré-candidatura de Bruna Pessoa, ao senador Weverton Rocha, à indicação que será feita pelo grupo do governador Carlos Brandão para a segunda vaga ao Senado, e ao projeto por Orleans Brandão ao Governo do Estado.

Neste contexto, também vale mencionar que a senadora Ana Paula e o Deputado Othelino Neto são amigos pessoais do prefeito há bastante tempo. Mais do que isso, Fernando Pessoa defende abertamente que os diferentes grupos políticos do estado possam se unir novamente, fortalecendo um projeto conjunto sob a liderança do governador Carlos Brandão, em prol do Maranhão.

O que existe, portanto, não é ausência de posicionamento, mas sim maturidade política e visão de futuro. Governar não é estar em campanha constante, mas sim assegurar recursos, obras e políticas públicas para a população. Municípios que se envolvem em disputas ideológicas acabam perdendo oportunidades e prejudicando aqueles que mais necessitam do poder público.

Ao invés de “dois palanques”, o compromisso é único: Tuntum — com diálogo, unidade e responsabilidade.

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