×

EUA mantêm investigação contra o Brasil mesmo após ilegalidade das tarifas pela Suprema Corte

EUA mantêm investigação contra o Brasil mesmo após ilegalidade das tarifas pela Suprema Corte

EUA mantêm investigação contra o Brasil mesmo após ilegalidade das tarifas pela Suprema Corte

Logo após anunciar o aumento das tarifas de importação em resposta à decisão da Suprema Corte dos EUA, o presidente Donald Trump confirmou que a investigação contra o Brasil e a China por práticas desleais continua em andamento.

A investigação sobre o Brasil, iniciada em julho do ano anterior com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA, foi comunicada por Trump ao ex-presidente Lula da Silva, juntamente com a imposição de tarifas e a abertura da investigação.

Em comunicado na sexta-feira, o Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) confirmou que as investigações em curso, incluindo as relacionadas ao Brasil e à China, prosseguirão.

Caso as investigações apontem práticas comerciais injustas e a necessidade de correções, o uso de tarifas como medida corretiva não está descartado, conforme mencionado.

A menção ao Brasil no comunicado é um aviso claro de que o país continua sob investigação, independentemente da decisão da Suprema Corte dos EUA. O escopo da investigação abrangeu temas diversos, desde transações financeiras até questões ambientais.

Além disso, o governo dos EUA planeja manter as tarifas vigentes com base na Lei de Expansão Comercial de 1962 e seguir com novas investigações conforme previsto na Seção 301.

O compromisso do governo Trump em reestruturar o sistema de comércio global em favor dos americanos é destacado, ressaltando a importância de proteger os interesses nacionais.

Trump argumenta que o aumento do déficit comercial durante a gestão anterior contribui para o deslocamento da produção nacional, resultando em prejuízos para a indústria e agricultura dos EUA.

No entanto, a estratégia protecionista adotada até o momento não conseguiu conter o déficit comercial, que atingiu níveis recordes em dezembro de 2025, conforme reportado pelo New York Times.

Créditos