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Fachin pede indicação de nomes para comissão sobre penduricalhos

Fachin pede indicação de nomes para comissão sobre penduricalhos

Fachin pede indicação de nomes para comissão sobre penduricalhos

Fachin solicita indicação de nomes para comissão sobre benefícios adicionais

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, pediu nesta quinta-feira (26) que o Congresso e o governo federal indiquem representantes para a comissão encarregada de propor um regime de transição para o pagamento dos chamados benefícios adicionais.

No dia 24 de março, o Supremo e a liderança do Congresso avançaram na regulamentação do pagamento dos benefícios adicionais e concordaram em estabelecer um acordo para a criação de regras de transição para as verbas extrateto. A proposta deverá ser finalizada em até 30 dias.

Fachin enviou comunicados aos presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, assim como aos ministros da Fazenda, Fernando Haddad, da Casa Civil, Rui Costa, e à ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck.

A expectativa é que o acordo seja votado pelo Supremo em 25 de março, quando a Corte retomará o julgamento das decisões que suspenderam o pagamento de benefícios adicionais nos Três Poderes, vantagens concedidas a servidores públicos que, somadas aos salários, ultrapassam o teto remuneratório constitucional de R$ 46,3 mil.

Nesta quinta-feira (26), a análise do caso teve início, mas os ministros optaram por adiar a votação para estudar a complexidade do assunto.

Em 5 de fevereiro, Dino determinou a suspensão dos benefícios adicionais não previstos em lei. A decisão deve ser aplicada pelos poderes Judiciário, Legislativo e Executivo, nas esferas federal, estadual e municipal, os quais terão 60 dias para revisar e interromper o pagamento dessas verbas indenizatórias que ultrapassam o teto.

Gilmar Mendes também suspendeu os pagamentos a juízes e membros do Ministério Público.

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