Gabriel Fuentes abre o jogo sobre sexualidade, cor e o rótulo de galã
“Em minha adolescência, enfrentei desafios com minha autoestima, especialmente devido à falta de discussões sobre coloratura naquela época. Sentia-me deslocado: pessoas brancas diziam ‘você não é branco’, enquanto pessoas negras afirmavam ‘você não é negro’”, recorda. Essa indefinição em um período tão delicado impactou significativamente minha relação com o mundo. “Na juventude, quando o desejo é se sentir parte de algo, isso me fez ser mais reservado, somado às questões sobre minha sexualidade. Atualmente, tenho uma autoconfiança sólida e me sinto bem resolvido”, compartilha, com um sorriso nos lábios.
Hoje em dia, Gabriel encara com serenidade o rótulo de galã, frequentemente atribuído à sua imagem. Para ele, o significado desse termo evoluiu ao longo dos anos e já não carrega a mesma conotação do passado. “Compreendo o que essa expressão representa no universo das grandes produções televisivas. Fico honrado, é claro, mas acho curioso. O ‘galã’ atual é bem distinto do passado. Não me incomoda, porém não me limito a essa definição”, destaca.
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