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Homem-Aranha retorna ao universo e às telonas – Meio

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Tom Holland reprisa o papel do herói da Marvel em Homem-Aranha: Um Novo Dia, que estreia nos cinemas neste fim de semana. Dirigido por Destin Daniel Cretton, o filme dá continuidade ao sucesso de bilheteria de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, lançado em 2021 e que arrecadou quase US$ 2 bilhões globalmente. Além de Holland, o elenco inclui Zendaya como Michelle “MJ” Jones-Watson e Jacob Batalon como Ned Leeds, o melhor amigo de Peter Parker. O elenco estelar conta ainda com Mark Ruffalo, Jon Bernthal, Tramell Tillman e Sadie Sink, que interpreta uma personagem mantida em sigilo. A trama se desenrola após os eventos de Sem Volta para Casa, com todos esquecendo a verdadeira identidade de Peter Parker, que continua protegendo Nova York como Homem-Aranha e se une ao vigilante Justiceiro para enfrentar vilões cada vez mais poderosos, enquanto equilibra sua vida universitária.

O renomado escritor brasileiro Ignácio de Loyola Brandão é o foco do documentário Não Sei Viver Sem Palavras, produzido por seu filho. Membro da Academia Brasileira de Letras e vencedor do Prêmio Jabuti de Literatura por cinco vezes, o autor revisita suas memórias e leva os espectadores por uma jornada além de suas obras mais conhecidas, como Zero e Não Verás País Nenhum, pelas lentes do diretor André Brandão. O documentário resgata a trajetória de Brandão por meio de depoimentos e um rico material de arquivo.

O novo documentário de Eliza Capai, A Fabulosa Máquina do Tempo, acompanha jovens do sertão do Piauí, que vivem entre cultos evangélicos, redes sociais e aspirações para o futuro. Utilizando a imaginação, elas criam uma máquina do tempo para revisitar a dura realidade de pobreza e desigualdade enfrentada por suas mães e avós, antes de embarcar em uma jornada em direção a um futuro de liberdade e realização. Com sensibilidade, o filme explora a transição entre infância e adolescência, enquanto as jovens questionam o significado de se tornar adulta. A estreia mundial do filme ocorreu no Festival de Berlim deste ano, abrindo a mostra Generation Kplus.

Em As Cores do Tempo, quatro primos descobrem que compartilham uma misteriosa história familiar ao se reunirem em uma casa abandonada na Normandia rural, deixada como herança. Sua linhagem remonta a uma mulher nascida em 1873, Adèle Meunier, que deixou sua cidade natal, Vermillard, em busca de sua mãe na capital francesa. O filme de Cédric Klapisch explora duas narrativas distintas: enquanto Adèle explora uma Paris em transformação, moderna e criativa no século 19, os primos investigam seu passado nos dias atuais.

Vencedor do Grande Prêmio do Júri e dos prêmios de melhor atriz para Isabelle Huppert e melhor ator para Benoît Magimel no Festival de Cannes de 2001, A Professora de Piano retorna aos cinemas em versão restaurada. Dirigido pelo cineasta austríaco Michael Haneke, o filme é uma adaptação do romance A Pianista, da laureada com o Prêmio Nobel de Literatura, Elfried Jelinek. Na trama, Huppert interpreta a professora de piano Erika Kohut, que leciona no Conservatório de Viena e busca excitação em cinemas pornôs e peep-shows durante seu tempo livre. O drama psicológico ganha profundidade quando ela se envolve com Walter Klemmer (Magimel), um de seus alunos, em uma série de jogos perversos.

No longa experimental Aquele Que Viu o Abismo, dirigido por Negro Leo em colaboração com Gregorio Gananian, o protagonista X se vê envolvido em uma trama de assassinatos, utilizando suas visões para tentar sobreviver em um sistema opressor. Sua jornada o leva a observar o recrutamento da ProLife, uma empresa multinacional que promete vida eterna.

Confira a programação completa nos cinemas de sua cidade. (AdoroCinema)

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