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Índia sobe para 3º lugar no mundo em capacidade instalada de energia renovável

Índia sobe para 3º lugar no mundo em capacidade instalada de energia renovável

Índia sobe para 3º lugar no mundo em capacidade instalada de energia renovável

A Índia alcançou a 3ª posição global em capacidade instalada de energia renovável, conforme divulgado pelo ministro de Energia Nova e Renovável do país, Pralhad Joshi, com base em relatório da Agência Internacional de Energias Renováveis de dezembro de 2025, conforme noticiado pela ANI, parceira da TV Brics.

Enquanto a China lidera com 2,2 mil gigawatts, o Brasil está em 4º lugar, com 228,2 gigawatts, e a Índia segue com 250,5 gigawatts de capacidade instalada.

No ano fiscal de 2025–2026, a Índia gerou aproximadamente 1.800 bilhões de quilowatts de eletricidade, sendo 539 bilhões de quilowatts (29,2%) provenientes de fontes não fósseis como solar, eólica, hídrica e nuclear.

Em junho de 2025, metade da matriz elétrica da Índia era composta por geração de fontes não fósseis, atingindo a meta estabelecida na Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Acordo de Paris, cinco anos antes do previsto.

O governo indiano se comprometeu em aumentar a capacidade instalada de fontes não fósseis para 500 gigawatts até 2030, conforme estabelecido pelo primeiro-ministro Narendra Modi na COP26.

Além disso, a Índia lançou a Missão Nacional do Hidrogênio Verde, com investimentos acima de US$ 2 bilhões (cerca de R$ 11 bilhões), visando à produção de 5 milhões de toneladas métricas de hidrogênio verde anualmente até 2030. Essa iniciativa impulsionará 125 gigawatts de capacidade renovável, atrairá mais de US$ 87 bilhões em investimentos (aproximadamente R$ 444 bilhões), criará mais de 600 mil empregos e reduzirá as emissões de CO₂ em 50 milhões de toneladas por ano.

No ano fiscal de 2025–2026, a Índia também estabeleceu um novo recorde na geração de energia eólica, com um aumento de 6,05 gigawatts, representando um crescimento de 46% em relação ao período anterior. Com isso, o país ultrapassou 56 gigawatts de capacidade instalada e conquistou a quarta posição mundial no setor, com um programa de incentivo de cerca de US$ 55 milhões (aproximadamente R$ 281 milhões).

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