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Lula já criou 4,9 milhões de empregos formais desde 2023

Lula já criou 4,9 milhões de empregos formais desde 2023

Lula já criou 4,9 milhões de empregos formais desde 2023

Divulgação-MTE

Ministro Luiz Marinho enfatiza as ações do governo Lula no crescimento do mercado de trabalho

O mercado de trabalho brasileiro registrou saldo positivo no mês de outubro, reforçando o impacto das políticas econômicas e sociais implementadas pelo governo do presidente Lula. Segundo os dados do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), foram criados 85.147 postos formais de trabalho, impulsionando o crescimento acumulado do emprego em 2025 para 3,8%, com 1.800.650 novas vagas abertas entre janeiro e outubro. De janeiro de 2023 a setembro de 2025, o governo Lula criou 4.850.040 novos postos de trabalho com carteira assinada. Segundo o Caged, em outubro foram abertas mais 85.147 vagas formais, totalizando 4.935.187 empregos gerados no período.

O resultado reafirma a tendência positiva observada desde o início do governo, que, com investimentos públicos, fortalecimento do salário mínimo, ampliação do crédito, reativação de obras e políticas setoriais, tem criado um ambiente mais favorável à geração de emprego e renda. O desempenho do mês foi impulsionado principalmente pelo setor de Serviços, responsável pela maior parte das novas vagas.

Serviços e Comércio puxam crescimento e confirmam retomada

Em outubro, dois grandes setores se destacaram:

  • Serviços, com saldo de 82.436 vagas (crescimento de 0,3%);

  • Comércio, com 25.592 novos empregos (alta de 0,2%).

Os números reforçam a importância das políticas econômicas, como a ampliação de investimentos do governo Lula, os programas de crédito produtivo e o fortalecimento dos pequenos negócios, que têm impulsionado especialmente os setores que mais empregam no país.

No recorte por estado, 21 das 27 unidades federativas apresentaram saldos positivos, com destaque para:

Emprego com mais inclusão: mulheres e jovens lideram contratações

Um dos aspectos mais marcantes do mês foi o caráter inclusivo da geração de empregos:

  • Mulheres tiveram mais que o triplo das contratações líquidas dos homens: 65.913 x 19.234, impulsionadas pelo setor de serviços.

  • Jovens de 18 a 24 anos lideraram as admissões, com 80.365 vagas.

  • Adolescentes até 17 anos registraram 23.586 contratações.

No total, jovens representaram 122% do saldo líquido, compensando desligamentos em faixas etárias mais altas — um indicador de renovação do mercado de trabalho.

Todos os cinco grandes grupos econômicos tiveram saldos positivos:

  • Serviços: +961.016 (4,2%)

  • Indústria: +305.641 (3,4%), com destaque para alimentos (+75.252)

  • Comércio: +218.098 (2,0%)

  • Construção: +214.717 (7,5%)

  • Agropecuária: +101.188 (5,6%)

Os resultados refletem a combinação entre a retomada das obras do PAC, incentivos à indústria, expansão do crédito e políticas de inclusão promovidas pelo governo Lula.

Salários em alta reforçam recuperação da renda

O salário médio real de admissão também apresentou evolução. Em outubro, o valor chegou a R$ 2.304,31, um crescimento de 0,8% em relação a setembro e de 2,4% na comparação anual.

Os dados confirmam a recuperação gradual da renda, em consonância com a política de valorização do salário mínimo e com o controle da inflação — pilares estratégicos do governo Lula para fortalecer o poder de compra das famílias e movimentar a economia.

De acordo com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, a desaceleração na criação de vagas está diretamente ligada à política de juros do Banco Central, que manteve elevada a taxa básica da economia, a Selic. A taxa, que estava em 10,5% ao ano até setembro do ano passado, foi elevada para 15% ao ano.

“Venho chamando a atenção desde maio ou junho para a necessidade de o Banco Central, que tem a responsabilidade de monitoramento e das decisões de aumento, manutenção ou redução da taxa Selic, olhar com atenção, pois a economia entraria num processo de desaceleração. O problema é que, se você vai desacelerando, uma hora o carro vai parar”, afirmou o ministro.

Para Marinho, o Banco Central precisa rever as taxas de juros.

“Há um grande entendimento de que isso está inibindo o ritmo dos investimentos. Existem investimentos comprometidos por parte das empresas que desaceleram por conta dos juros. É hora mais que urgente de o Banco Central ter a sensibilidade de entender que esse processo é necessário”, completou.

Com quase 49 milhões de empregos formais, o Brasil encerra outubro reafirmando o impacto das políticas públicas voltadas ao desenvolvimento social e econômico. Os indicadores mostram que o país segue em trajetória de crescimento.

Da Redação


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