Minha Casa, Minha Vida atualiza valores para 2026 após três anos sem correção
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O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) deve aprovar nesta quinta-feira a atualização do teto do valor dos imóveis financiados pelo programa Minha Casa, Minha Vida nas faixas 1 e 2. O reajuste valerá para municípios das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, após cerca de três anos sem correção.
Segundo técnicos do Ministério das Cidades, o limite atual de R$ 255 mil será elevado em média 4%, acompanhando ajustes já aplicados em cidades do interior de São Paulo e do Rio de Janeiro. Nas capitais, o valor máximo permanece em R$ 350 mil.
As faixas 1 e 2 do programa atendem famílias com renda mensal de até R$ 4,7 mil.
Já na faixa 3, voltada a rendas de até R$ 8,6 mil, o teto do imóvel segue fixado em R$ 500 mil. Esse mesmo limite vale para a faixa 4, destinada a famílias com renda de até R$ 12 mil.
Além do valor do imóvel, o programa mantém condições diferenciadas para famílias de baixa renda, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.
Os financiamentos contam com taxas de juros reduzidas, que variam entre 4% e 10,5% ao ano, além de subsídios do FGTS que podem chegar a R$ 55 mil por família, de forma a adequar as prestações ao orçamento doméstico.
Na mesma reunião, o Conselho Curador deve analisar a liberação de cerca de R$ 70 milhões para ações comemorativas dos 60 anos do FGTS, incluindo campanhas informativas. Para evitar o uso político dos recursos, os conselheiros exigiram que todo o material publicitário passe por aprovação prévia do colegiado.
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