×

O corte de 96% na verba contra a chuva, feito por Zema, é um projeto para matar pobres

O corte de 96% na verba contra a chuva, feito por Zema, é um projeto para matar pobres

O corte de 96% na verba contra a chuva, feito por Zema, é um projeto para matar pobres

Título: O corte de 96% na verba contra tempestades, realizado por Zema, é um plano para prejudicar pessoas em situação de vulnerabilidade

Enquanto tempestades causam mortes e devastam residências em Juiz de Fora e Ubá, deixando um trágico saldo de 46 vítimas fatais e mais de 3 mil desabrigados, uma realidade cruel por trás dessa tragédia vem à tona de maneira contundente: a responsabilidade direta de Romeu Zema e de sua estratégia de desmantelamento social.

O governo de Minas Gerais, em um ato de negligência criminosa, reduziu de forma alarmante em 96% a verba destinada à prevenção dos impactos das tempestades, conforme reportado pelo Globo.

De R$ 134,8 milhões em 2023, o orçamento despencou para meros R$ 5,8 milhões em 2025. Isso não se trata de um erro de gestão; é um plano deliberado de abandono, uma sentença de morte para os mais necessitados.

Enquanto famílias inteiras são arrastadas pelas águas, enquanto corpos são resgatados dos escombros, o governante que se autodenomina um gestor eficiente revela sua verdadeira face: a de um cúmplice da tragédia.

A redução significativa nos investimentos em infraestrutura e prevenção não é um acidente, mas uma decisão política que privilegia o lucro e a desestruturação do Estado em detrimento da vida humana. Trata-se de um plano para prejudicar pessoas em situação de vulnerabilidade, para abandonar à própria sorte aqueles que mais necessitam da proteção do poder público.

A falta de vergonha é tão grande que, após a catástrofe, o vice-governador anuncia a alocação de verbas emergenciais – R$ 38 milhões para Juiz de Fora e R$ 8 milhões para Ubá. Uma ajuda tardia e insuficiente, que não trará de volta as vidas perdidas nem apagará a culpa nas mãos de quem poderia ter evitado essa calamidade.

Juiz de Fora, Minas Gerais

Onde estavam esses recursos quando a prevenção era viável? Por que esperar a tragédia para agir com medidas paliativas?

Em um cenário de mudanças climáticas extremas e eventos climáticos intensos, qual a surpresa? Zema não é um “negacionista”: é um criminoso.

O silêncio do governo Zema diante das críticas sobre essa drástica redução nos investimentos é ensurdecedor e demonstra a falta de comprometimento com a transparência e, principalmente, com a vida dos habitantes de Minas Gerais.

A omissão é um delito, e a população de Minas Gerais exige explicações e, sobretudo, punição para os responsáveis por esse desastre anunciado.

A negligência de Zema não se resume a uma falha administrativa. É uma ideia que deu certo.