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Para quem trabalha em uma escola

Para quem trabalha em uma escola

Para quem trabalha em uma escola

Você atua em uma instituição de ensino? Com base em minhas pesquisas ao longo de duas décadas sobre netweaving, elaborei um programa que pode potencializar a aprendizagem humana em meio à era da inteligência artificial, por meio de eventos interativos. Confira.

INOVAÇÃO NA EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Um programa com Augusto de Franco

Este programa é uma criação original, no qual compartilharei as implicações para a aprendizagem interativa resultantes de duas décadas de estudo na Nova Ciência das Redes.

Os conhecimentos adquiridos na exploração teórica e prática do netweaving, que envolve a articulação e animação de redes humanas, podem ser aplicados para contribuir na resolução de um dos principais desafios que enfrentamos: a questão da educação.

QUAL É O DESAFIO?

Diante do atraso educacional do Brasil, que em parte contribui para nossa baixa produtividade e desenvolvimento insuficiente, não é suficiente apenas esperar que o Estado adote soluções que foram bem-sucedidas em outros países de forma centralizada.

Especialmente em uma era marcada pelo uso generalizado da Inteligência Artificial, persistir nas práticas educacionais tradicionais não resultará nos avanços esperados dentro de um prazo adequado. Todos os setores precisam se envolver: governos, empresas e organizações da sociedade civil.

Os governos devem implementar políticas convencionais essenciais, como melhorar a qualidade e quantidade das escolas para torná-las mais eficientes e bem administradas, com mais recursos e distribuídas por todo o país (visando também reduzir a disparidade educacional); investir no recrutamento e capacitação de professores para que sejam mais dedicados, motivados (com planos de carreira baseados em desempenho), melhor preparados e remunerados. Além disso, os governos podem inovar nesse campo, adotando políticas educacionais inspiradas em propostas radicalmente democráticas, como as de Thomas Jefferson, Leon Tolstoi, Carl Rogers, Ivan Illich, John Holt, Humberto Maturana e George Siemens, entre outros.

Contudo, como observamos, isso não é o bastante.

As empresas também devem se tornar ambientes de aprendizagem, promovendo iniciativas educacionais próprias (e até incentivando a criação de startups educacionais por seus líderes e funcionários, visando principalmente seus colaboradores e demais partes interessadas).

Da mesma forma, as organizações da sociedade civil devem formar suas próprias comunidades de aprendizagem.

Em geral, todas as comunidades locais, de prática e de projeto, devem se transformar em comunidades de aprendizagem. 

No entanto, replicar o modelo tradicional de ensino em todos os lugares não é a solução. É crucial experimentar abordagens de aprendizagem inovadoras, baseadas na interação livre, no autodidatismo (e não no ensino tradicional, que foca mais na instrução do que na aprendizagem), no uso compartilhado da inteligência artificial e na criação de ambientes propícios para o desenvolvimento de uma inteligência genuinamente humana.

E todos devem participar de processos educativos, não apenas crianças e jovens, mas também adultos e idosos. A educação agora é contínua ao longo da vida.

Nos últimos anos, foi desenvolvida uma sólida base teórica sobre esse assunto. Se deseja conhecê-la, baixe gratuitamente o livro:

FRANCO, Augusto (2016). Melhorar ou mudar a educação

Já temos várias evidências de que a aprendizagem interativa pode desenvolver habilidades da inteligência genuinamente humana. Isso é o que precisamos, não competir com a IA ou tentar que os humanos adquiram habilidades de máquinas inteligentes.

Portanto, não se trata apenas de aprimorar a capacidade de resolver problemas, aumentar a memória ou potencializar outras habilidades cognitivas que não são exclusivas dos humanos e que podem ser desempenhadas por máquinas inteligentes.

O objetivo é possibilitar que as pessoas que já vivem na era da Inteligência Artificial aprendam a criar e gerenciar ambientes orgânicos (comunidades, empresas e outras organizações, incluindo escolas), nos quais os seres humanos possam se libertar das tarefas mecânicas e não se tornem, nem transformem outros em máquinas. Ao fazer isso, poderemos multiplicar o número de pessoas criativas.

É evidente que uma única iniciativa desse tipo não resolverá o chamado “problema da educação”. Porém, quanto mais iniciativas surgirem, mais oportunidades teremos de expandir formas de aprendizagem adequadas ao mundo atual.

Para superar esse desafio persistente ao longo das décadas, será necessário um novo movimento, não liderado por uma entidade centralizada, mas por uma rede distribuída de iniciativas convergentes. Agentes educacionais, atuando de baixo para cima, podem fazer o netweaving dessa rede para desempenhar, em cada comunidade de aprendizagem, o papel de catalisadores nesse processo educativo descentralizado.

QUAL É A ABORDAGEM?

Não existe uma fórmula exata ou caminho único para implementar tudo isso em uma empresa, organização da sociedade civil ou mesmo em uma escola. No entanto, apresentamos a seguir um dos possíveis caminhos.

Este caminho envolve a criação de ambientes que favoreçam a investigação (laboratórios, feiras de ciências), a imaginação (oficinas de arte), a criação (festivais de ideias: cocriação de projetos) e a celebração (eventos culturais, festas) em conjunto com o uso da IA, mas realizando atividades que somente os humanos (interagindo em rede) são capazes de fazer.

POR QUE O NETWEAVING É VITAL?

O netweaving ativa as redes já existentes em ambientes humanos. Ao ativar essas redes, coisas surpreendentes podem acontecer:

– As pessoas se conectam mais e se reúnem espontaneamente com base na congruência de seus interesses para realizar ações em conjunto (como cocriar ideias e projetos e implementar soluções).

– As pessoas encontram mais facilmente umas às outras (com menos intermediários) que possam se alinhar em torno de um propósito comum.

– As pessoas aprendem mais rapidamente umas com as outras aquilo que desejam saber (a inteligência coletiva humana é capaz de descobrir soluções para problemas e antever caminhos de forma mais orgânica do que a IA acessada individualmente).

– As pessoas se mobilizam para realizar o que desejam sem a necessidade de uma coordenação externa por meio de comando e controle.

– Os ambientes de convivência tornam-se mais interativos e criativos, aumentando sua inovação e oportunidades de inovação.

PARA QUE SERVE ESTE NOVO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO INOVADORA?

Através do programa de educação inovadora baseado no netweaving, você aprenderá:

– Como implementar em sua empresa ou organização, inclusive em sua escola e comunidade, um sistema de eventos que promova a aprendizagem humana com base em uma visão interativa, não cognitivista, da aprendizagem.

Coinvestigação | Ao investigar em conjunto, as pessoas potencializam uma forma de aprendizagem interativa capaz de estimular a manifestação de uma inteligência tipicamente humana (intrinsecamente relacionada à emoção humana e que nunca poderá ser substituída pela IA).

Coimaginação | Ao imaginar coletivamente e criar obras de arte juntos, o potencial criativo comum é liberado.

Cocriação | Ao criar juntos ideias que se tornam projetos, a inovação dos ambientes cocriativos aumenta, gerando mais ideias e projetos.

Celebração | Ao celebrar juntos e desfrutar da convivência, é proporcionada uma experiência de liberdade no sentido original e democrático do termo. Como disse Tolstoi (1862), um dos primeiros teóricos da educação heterodoxos, “o critério da pedagogia é apenas um: a liberdade”.

Assim, ao participar do programa INOVAÇÃO NA EDUCAÇÃO EM UMA ERA DE IA, você aprenderá na prática como criar ambientes de investigação-aprendizagem, imaginação-aprendizagem, cocriação-aprendizagem e celebração-aprendizagem.

Não é necessário realizar essas quatro atividades (coinvestigação, coimaginação, cocriação e celebração) de uma só vez. Em algumas circunstâncias, algumas delas podem ser mais adequadas, pelo menos no início. Porém, investigar e criar coletivamente é essencial em qualquer situação.

O QUE VOCÊ VAI APRENDER NA PRÁTICA?

– Como preparar um ambiente físico e virtual adequado para promover essas atividades.

– Como capacitar articuladores de redes humanas para facilitar esses processos de aprendizagem interativa.

– Como adaptar os espaços existentes em sua empresa ou organização: salas, auditórios, áreas de convivência, entre outros.

– Quais móveis e equipamentos mínimos serão necessários, assim como as plataformas e aplicativos disponíveis.

– O que precisa ser feito e evitado.

QUANDO E COMO SERÁ REALIZADO O PROGRAMA?

O programa ocorrerá nos dias 17 e 24 de setembro e 1 e 8 de outubro de 2026. As aulas interativas começarão às 20h00 e serão ministradas via Zoom. Um grupo no WhatsApp será criado para comunicação e discussões sobre o tema.

Os participantes poderão apresentar suas ideias ou projetos para exame coletivo. Nestes casos, uma sessão Zoom especial será aberta com a participação do facilitador do programa.

QUAL É A PROGRAMAÇÃO?

Sessão 1 (17/09/2026) – Conceito de netweaving e principais tecnologias relacionadas.

Sessão 2 (24/09/2026) – Capacitação de indivíduos para atuar como articuladores e catalisadores de processos de aprendizagem interativa.

Sessão 3 (01/10/2026) – Uso coletivo da Inteligência Artificial. Explorando o REXOS (Agente de IA baseado na Nova Ciência das Redes).

Sessão 4 (08/10/2026) – Configuração de ambientes físicos e virtuais para coinvestigação, coimaginação, cocriação e celebração.

QUANTO CUSTA PARTICIPAR?

Preço normal: 840,00

Preço com desconto: 590,00

Desconto especial de 30% para inscrições realizadas entre 21 de julho e 20 de agosto de 2026.

Pagamento via PIX. Possibilidade de parcelamento, dependendo do banco utilizado.

POR QUE SE INSCREVER ANTECIPADAMENTE COM DESCONTO?

Pelas turmas reduzidas. As vagas são limitadas e serão preenchidas por ordem de inscrição.

COMO SE INSCREVER NO PROGRAMA?

Preencha o formulário de inscrição no link abaixo:

FAÇA SUA INSCRIÇÃO

QUEM CONDUZIRÁ O PROGRAMA?

O programa será ministrado por Augusto de Franco. Augusto de Franco estuda redes (e o surgimento de uma sociedade em rede) há mais de 25 anos. Autor de diversos livros e dezenas de artigos sobre o tema, foi um dos coordenadores do Comitê Executivo do Conselho da Comunidade Solidária, onde desenvolveu e aplicou a metodologia do DLIS (Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável) em todo o país. Também foi membro do Conselho Deliberativo do Sebrae Nacional, consultor da UNESCO para o programa Governança Solidária Local da Prefeitura de Porto Alegre, entre outras contribuições em organizações da sociedade civil, empresas e governos.

O QUE É O REXOS?

Um Agente de Inteligência Artificial chamado REXOS estará disponível permanentemente para os inscritos, fornecendo acesso à bibliografia fundamental da nova ciência das redes e temas afins, e respondendo perguntas sobre o conteúdo do programa com base em diversas fontes adotadas.

COMO ACESSAR O REXOS?

Os participantes inscritos receberão um link para acessar o REXOS (permanentemente, não apenas durante o curso).