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Partes de corpos são encontradas durante obras na UFMA em São Luís; Polícia Federal investiga

by admin

Na tarde desta sexta-feira (16), a rotina do Campus São Luís, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), foi interrompida por uma descoberta alarmante. Partes de corpos humanos foram encontradas enterradas nos fundos da Biblioteca Central, área próxima ao Instituto Médico Legal (IML) e ao prédio de Anatomia.

​O achado ocorreu enquanto um trabalhador realizava o plantio de grama no local. Ao perceber algo estranho no solo, o colaborador identificou o que parecia ser uma mão humana, suspendendo as atividades imediatamente para acionar as autoridades.

​Escavações e material recolhido

​Após o isolamento da área, equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA), da polícia e da perícia técnica iniciaram as escavações. O balanço inicial aponta para o recolhimento de:

  • ​Três sacos plásticos contendo material humano segmentado;
  • ​Peças anatômicas de origem ainda não identificada.

​Todo o material foi encaminhado para análise pericial rigorosa. Até o momento, não há confirmação sobre a quantidade de vítimas ou o tempo que os restos mortais permaneceram enterrados na área.

​Investigação sob responsabilidade da Polícia Federal

​Por se tratar de uma instituição federal, a Polícia Federal (PF) foi acionada e já assumiu a custódia do local e a condução das investigações. A universidade informou que está colaborando integralmente, fornecendo imagens das câmeras de monitoramento e suporte das equipes de vigilância e infraestrutura.

​Nota Oficial da UFMA

​Em comunicado, a instituição reafirmou o compromisso com a legalidade e a transparência:

​”A Universidade adotou todos os protocolos de segurança e preservação necessários, garantindo o cumprimento da lei e o respeito aos procedimentos investigativos. As obras foram paralisadas e o perímetro isolado.”

​O que se sabe até agora?

​A localização do achado — próxima aos prédios de Anatomia e ao IML — levanta hipóteses que serão apuradas pela perícia, como a possibilidade de descarte irregular de material de estudo ou crimes recentes. Contudo, apenas o laudo técnico da Polícia Federal poderá determinar a identidade das vítimas e as circunstâncias das mortes.

​O caso segue sob investigação sigilosa.

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