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Pedro Lucas aponta potencial da Margem Equatorial e defende exploração como motor do desenvolvimento

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O deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) usou as redes sociais para reforçar a defesa da exploração de petróleo na Margem Equatorial e destacar os possíveis impactos econômicos para o Maranhão. Ao citar o exemplo de Maricá, no Rio de Janeiro, o parlamentar comparou a arrecadação de royalties e projetou os efeitos positivos que a atividade pode gerar no estado.

“Maricá (RJ), com menos de 200 mil habitantes, recebeu R$ 4 bilhões em royalties do petróleo em 2025 — 63% da receita municipal. Agora imagine o impacto da exploração das duas bacias da Margem Equatorial no Maranhão para desenvolvimento, emprego e arrecadação”, afirmou o deputado na publicação.

Presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Exploração de Petróleo na Margem Equatorial do Brasil (FMEQ), Pedro Lucas tem sido uma das principais lideranças no Congresso Nacional na defesa do avanço da atividade petrolífera na região. Para ele, a Margem Equatorial representa uma oportunidade estratégica de crescimento econômico, especialmente para os estados do Norte e Nordeste.

A Margem Equatorial compreende uma extensa faixa do litoral brasileiro que se estende do Amapá ao Rio Grande do Norte, incluindo as bacias marítimas da Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar. De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a previsão é de que, em 2024, sejam destinados cerca de US$ 1,09 bilhão para a fase de exploração nessas áreas.

Segundo a Petrobras, a região apresenta elevado potencial para a descoberta de novas reservas, sustentado por achados recentes realizados por empresas que atuam em áreas próximas, como Guiana, Guiana Francesa e Suriname. A estatal ressalta ainda que a produção de petróleo e gás continuará sendo essencial nos próximos anos para garantir a segurança energética do país e apoiar uma transição energética justa, segura e sustentável.

Na avaliação de Pedro Lucas, além de assegurar o abastecimento energético nacional, a exploração da Margem Equatorial pode impulsionar o desenvolvimento econômico e social do Maranhão. O parlamentar também acredita que o avanço nesse processo pode abrir caminho para que outras bacias maranhenses, como a Maranhão-Pará e a de Barreirinhas, obtenham licenças de exploração, ampliando os investimentos e a geração de empregos na região.

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