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Polícia prende suspeito de assaltar a jornalista Maria Prata, esposa de Pedro Bial

Polícia prende suspeito de assaltar a jornalista Maria Prata, esposa de Pedro Bial

Polícia prende suspeito de assaltar a jornalista Maria Prata, esposa de Pedro Bial

A polícia deteve neste sábado, 24, um dos suspeitos do assalto à jornalista Maria Prata, cônjuge do apresentador Pedro Bial, conforme informações divulgadas pela Secretaria de Segurança Pública.

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O indivíduo detido tem 19 anos e foi identificado a partir de imagens registradas por câmeras de segurança que capturaram o momento do crime. Pablo teria fornecido cobertura à distância em uma motocicleta, enquanto outro motociclista, usando capacete e uma bolsa de entregador, abordou Maria Prata e sua filha de cinco anos, Dora.

A polícia também apreendeu objetos, vestimentas e um capacete para contribuir com as investigações. As autoridades agora estão empenhadas em prender o segundo envolvido no incidente.

“Tivemos uma ação rápida da polícia neste caso, em um trabalho investigativo realizado em equipe. O suspeito já tinha antecedentes por roubos de relógios e correntes”, afirmou o secretário de Segurança Pública, delegado Osvaldo Nico Gonçalves.

Relembre o assalto sofrido por Maria Prata

Por meio de uma postagem no Instagram, Maria Prata compartilhou imagens de um circuito de câmeras que registrou todo o ocorrido. No vídeo, é possível observar a jornalista caminhando com sua filha na calçada quando um homem se aproxima em uma moto. “Um motociclista com capacete e mochila de entregas, uma arma, alguém sendo assaltado na rua”, descreveu na legenda.

Após mencionar que não estava distraída ou utilizando o celular no momento, a jornalista narrou o diálogo durante o assalto: “‘Não se mexa, entregue tudo, cadê o iPhone?'”, questionou o assaltante. “‘Está na bolsa. Estou com uma criança, fique calmo, pode levar tudo'”, respondeu ela em seguida.

A profissional ainda relatou que sua filha, sem compreender a situação, a questionava sobre o motivo de entregar seus pertences ao homem.

No desfecho do relato, ela compartilhou que ainda está processando o ocorrido e agradeceu por não ter havido um desfecho pior. “São 4h da manhã, não consigo dormir. Minha mente é um ciclo infinito de áudios e imagens de uma situação que ninguém deveria vivenciar”, continuou. “Estamos bem, há coisas muito piores, o pesadelo poderia ser diferente. Mas a vida é efêmera.”

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