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Saiba quem são os deputados maranhenses que assinaram o pedido de CPMI do Banco Master

Saiba quem são os deputados maranhenses que assinaram o pedido de CPMI do Banco Master

Saiba quem são os deputados maranhenses que assinaram o pedido de CPMI do Banco Master

Seis deputado federais do Maranhão assinaram o pedido de criação da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) para investigar o caso do Banco Master, que foi protocolado nesta última terça-feira (03), com assinaturas dos parlamentares do Congresso Nacional. O documento recebeu 280 assinaturas de deputados e senadores, número que supera por muito o necessário para instalação.

Os parlamentares maranhenses que assinaram foram: Josivaldo JP (PSD), Aluisio Mendes (REP), Allan Garcês (PP), Duarte Júnior (PSB), Hildo Rocha (MDB) e Márcio Honaiser (PDT). Os senadores Weverton Rocha (PDT), Eliziane Gama (PSD) e Ana Paula Lobato (PSB), não assinaram o pedido para a criação da CPMI.

Imagem divulgada pelo deputado autor do pedido da CPMI. Foto Reprodução: Instagram

O pedido da CPMI partiu do deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ), logo antes do início do recesso parlamentar, em dezembro de 2025. O documento teve 80 assinaturas além do mínimo. Uma CPMI exige ao menos 171 assinaturas de deputados e 27 de senadores, somando 198 parlamentares, ⅓ da Câmara e do Senado.

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Segundo os congressistas, depois do protocolo do pedido com as assinaturas necessárias, a instalação da CPMI deve ser realizada automaticamente, conforme determina o artigo 21 do regimento do Congresso Nacional.  

Escândalo do Banco Master:

A Polícia Federal apura um esquema de fraudes bilionárias contra o sistema financeiro envolvendo o Banco Master e seus executivos. O caso está no Supremo, sob a relatoria do ministro Dias Toffoli. O magistrado afirmou que ele é quem decidirá se o processo segue na Corte ou vai para a 1ª Instância.

Segundo as investigações, o esquema consistia na venda de títulos de renda fixa de alto rendimento, como CDBs (Certificados de Depósito Bancário), que serviam para financiar fundos de investimento dos quais o banco era o único cotista. O MPF (Ministério Público Federal) afirma que o negócio se baseava em circular ativos sem riquezas, forjando artificialmente os resultados financeiros.

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