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Prefeitura retoma serviço de equoterapia em Imperatriz após seis anos de paralisação

Prefeitura retoma serviço de equoterapia em Imperatriz após seis anos de paralisação

Prefeitura retoma serviço de equoterapia em Imperatriz após seis anos de paralisação

A Prefeitura de Imperatriz reiniciou o Serviço Municipal de Equoterapia, que estava inativo por aproximadamente seis anos. A reinauguração do programa ocorreu na quarta-feira (04) e representa a retomada de um importante atendimento terapêutico voltado, principalmente, para crianças com deficiência e transtornos do neurodesenvolvimento.

O serviço passou por uma reestruturação completa, envolvendo a revitalização do espaço de equitação, a reforma da sede administrativa, a aquisição de novos cavalos e a reorganização da equipe multiprofissional responsável pelos atendimentos.

A equoterapia utiliza o cavalo como instrumento terapêutico para estimular o desenvolvimento físico, cognitivo e emocional dos praticantes. O movimento do animal contribui para melhorias no equilíbrio, coordenação motora, postura e interação social, sendo recomendada principalmente para pessoas com limitações motoras e transtornos do desenvolvimento.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Semus), o programa começará atendendo cerca de 50 crianças atípicas, com a meta de ampliar o número de vagas ao longo do ano.

A iniciativa é realizada em colaboração com o Sindicato Rural de Imperatriz (Sinrural), que cedeu o espaço para as atividades. O programa também conta com uma equipe composta por profissionais de diversas áreas, como fisioterapeutas, psicólogos, fonoaudiólogos, educadores físicos, psicopedagogos e equitadores.

Segundo a gestão municipal, a retomada do serviço representa um avanço na rede de atenção especializada do município, ampliando as políticas públicas voltadas para a inclusão e reabilitação.

Para participar do programa, os interessados devem procurar a sede administrativa do serviço de segunda a sexta-feira, à tarde, apresentando documentos pessoais, cartão do SUS, laudo médico e encaminhamento que ateste aptidão para a prática. Inicialmente, o atendimento será destinado a crianças de até 12 anos de idade.

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