×

O PT como nosso “corpo da guarda da revolução islâmica”

O PT como nosso “corpo da guarda da revolução islâmica”

O PT como nosso “corpo da guarda da revolução islâmica”

É evidente que será impossível vencer o Irã sem antes desmantelar o Corpo da Guarda da Revolução Islâmica. Não adianta pressionar o Irã para que suspenda seu programa nuclear, interromper a produção de mísseis balísticos ou derrotar grupos terroristas associados (Hezbollah, Jihad Islâmica, Houthis, Hamas etc). Também não adiantará eliminar os aiatolás e outros líderes religiosos, políticos ou militares iranianos. Enquanto o corpo (Sepáh e-Pásdárán) não for desfeito, pouco se conseguirá.

Podemos estabelecer uma analogia com a situação atual do PT e a degeneração das instituições da república brasileira. Ministros do STF desrespeitam o parlamento e invalidam a quebra de sigilo de uma empresa ligada a um ministro. Protegem outro ministro que mente e concordam com seu uso da corte para acusar falsamente uma instância do Congresso em nota oficial da instituição. Não há mais Estado de direito no Brasil, mas sim um Estado sujeito ao arbítrio do STF. O império da lei cedeu lugar ao império de um grupo corporativo que busca encobrir seus próprios erros, agindo com objetivos políticos.

O mais preocupante não é o comportamento antidemocrático, ilegítimo e claramente ilegal de ministros da suprema corte, mas sim a negação por parte de militantes petistas, que continuam apoiando figuras controversas e defendendo propostas como o “controle social da mídia”. Mesmo que Lula não seja reeleito, esses negacionistas permanecerão ativos, atuando em diferentes esferas da sociedade.

São milhões de agentes que buscam hegemonia, formando uma espécie de “corpo da guarda da revolução islâmica” em postos-chave das instituições e organizações brasileiras, demonstrando alta resiliência mesmo diante de condenações e prisões de líderes. Essa situação não será resolvida apenas com eleições, pois os mesmos grupos seguirão tentando minar o novo governo. A composição do STF permanecerá inalterada e muitos continuarão agindo conforme uma ideologia questionável.

A normalização desse cenário é apoiada por um grupo que se assemelha ao “eixo da resistência iraniana”, que influencia a política nacional. A sociedade brasileira precisa questionar e resistir a essas práticas que ameaçam a democracia.

Créditos