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Imperatriz já chega à terceira troca de treinador em 2026 e demissões viram rotina pela falta de convicção da diretoria

Imperatriz já chega à terceira troca de treinador em 2026 e demissões viram rotina pela falta de convicção da diretoria

Imperatriz já chega à terceira troca de treinador em 2026 e demissões viram rotina pela falta de convicção da diretoria

A demissão de Marcinho Guerreiro após a derrota para o Águia de Marabá não representa apenas mais uma mudança no banco de reservas do Imperatriz. Ela simboliza um problema que começa a preocupar seriamente o torcedor colorado: a ausência de continuidade no planejamento do clube em 2026.

Com a saída de Marcinho, o Imperatriz já acumula três treinadores diferentes na atual temporada. O ano começou com Sílvio Criciúma, depois veio Marlon Cutrim e, agora, Marcinho Guerreiro também deixa o cargo após apenas 28 dias de trabalho.

A sequência de trocas escancara a instabilidade nos bastidores do Cavalo de Aço justamente em uma temporada onde o clube ainda tenta se firmar nacionalmente na Série D.

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Marcinho chegou no fim de abril cercado de expectativa pelo histórico positivo no clube, principalmente pela campanha marcante em 2018. Mas teve tempo curto demais para qualquer avaliação mais sólida. Foram apenas quatro partidas no comando, com uma vitória e três derrotas.

O problema é que, a cada troca, o Imperatriz praticamente reinicia o trabalho do zero. Muda esquema tático, muda discurso, muda preparação física, muda ambiente interno e aumenta ainda mais a pressão sobre um elenco que claramente sente os efeitos da instabilidade.

E a pergunta que começa a ganhar força entre os torcedores é inevitável: até quando apenas os treinadores serão responsabilizados?

Porque trocar técnico virou uma espécie de solução automática no futebol brasileiro. Mas no caso do Imperatriz, a repetição dessas mudanças passa a impressão de improviso e falta de convicção da diretoria sobre o próprio projeto esportivo.

O mais curioso é que o clube ainda segue vivo na luta por classificação na Série D. Ou seja: a temporada está longe de ser irreversível. Mesmo assim, a diretoria optou por mais uma mudança no comando, a terceira em menos de cinco meses.

Primeiro saiu Sílvio Criciúma. Depois Marlon Cutrim. Agora Marcinho Guerreiro. E enquanto os treinadores mudam rapidamente, os problemas dentro de campo continuam aparecendo.

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