×

É possível ter orgasmo sem toque? Terapeuta sexual explica fenômeno que intriga casais às vésperas do Dia dos Namorados

É possível ter orgasmo sem toque? Terapeuta sexual explica fenômeno que intriga casais às vésperas do Dia dos Namorados

É possível ter orgasmo sem toque? Terapeuta sexual explica fenômeno que intriga casais às vésperas do Dia dos Namorados

Com o Dia dos Namorados se aproximando, uma dúvida continua intrigando casais e aparecendo entre as mais pesquisadas da internet quando o assunto é sexualidade: é possível atingir o orgasmo sem qualquer tipo de toque físico? Para a terapeuta sexual Didy Reis, esposa do ex-Malhação Diogo Venturieri, a resposta é sim. A especialista afirma que a possibilidade surpreende justamente por desafiar uma das crenças mais populares sobre prazer: a de que o orgasmo depende exclusivamente do contato corporal.

Segundo Didy, embora o toque tenha um papel importante na experiência sexual, o cérebro participa de forma decisiva de todo o processo de excitação. Fantasia, desejo, memória, imaginação e conexão emocional também influenciam diretamente a resposta do corpo. “Muitas pessoas acreditam que o orgasmo depende exclusivamente do toque, mas o cérebro tem um papel muito mais importante nesse processo do que a maioria imagina”, afirma.

A terapeuta explica que sonhos eróticos, fantasias intensas e estados profundos de concentração aparecem com frequência nos relatos de pessoas que dizem ter experimentado prazer sem estímulo físico direto. A curiosidade não se limita às experiências individuais. Estudos realizados ao longo dos anos observaram que determinadas áreas cerebrais associadas ao prazer também podem ser ativadas por pensamentos e estímulos emocionais, reforçando a influência da mente na resposta sexual.

Para Didy, isso não significa que qualquer pessoa conseguirá atingir um orgasmo apenas pensando, mas ajuda a derrubar a ideia de que o prazer é um processo exclusivamente físico. “O corpo responde ao que a mente interpreta. Quando existe envolvimento emocional e mental suficiente, o cérebro pode ativar mecanismos ligados ao prazer mesmo sem contato direto”, explica.

Créditos