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Josivaldo JP vota contra urgência de projeto que endurece penas para crimes de misoginia

Josivaldo JP vota contra urgência de projeto que endurece penas para crimes de misoginia

Josivaldo JP vota contra urgência de projeto que endurece penas para crimes de misoginia

O deputado federal Josivaldo JP (União Brasil) votou contra o requerimento de urgência do Projeto de Lei 896/2023, que prevê punições mais severas para crimes praticados por misoginia e amplia o combate à discriminação e ao ódio contra mulheres. A votação ocorreu nesta quarta-feira (1º), na Câmara dos Deputados, e o pedido de urgência foi aprovado por ampla maioria, permitindo que a proposta seja analisada diretamente pelo plenário, sem passar pelas comissões temáticas.

O Projeto de Lei 896/2023 é de autoria da senadora maranhense Ana Paula Lobato (PSB) e propõe incluir a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo, estabelecendo penas mais rigorosas para condutas motivadas por ódio, discriminação ou violência contra mulheres. A proposta também altera dispositivos do Código Penal para reforçar o enfrentamento à violência de gênero.

O voto de Josivaldo JP chama atenção por colocá-lo entre a minoria da bancada maranhense que se posicionou contra a urgência da matéria. Até o momento, o parlamentar não havia divulgado justificativa pública para o voto.

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Entre os deputados federais do Maranhão, a maioria votou favoravelmente ao requerimento de urgência.

Votaram a favor:

  • Aluisio Mendes (Republicanos)
  • Amanda Gentil (PP)
  • Cleber Verde (MDB)
  • Duarte Jr. (PSB)
  • Hildo Rocha (MDB)
  • Juscelino Filho (União Brasil)
  • Márcio Jerry (PCdoB)
  • Marreca Filho (PRD)
  • Pedro Lucas Fernandes (União Brasil)
  • Rubens Pereira Júnior (PT)

Votaram contra:

  • Detinha (PL)
  • Josimar Maranhãozinho (PL)
  • Josivaldo JP (União Brasil)
  • Pastor Gil (PL)

Abstenção:

  • Márcio Honaiser (Solidariedade)
  • Ausentes:
  • André Fufuca (PP)
  • Fábio Macedo (Podemos)
  • Júnior Lourenço (MDB)

Com a aprovação do requerimento, o projeto poderá ser apreciado diretamente pelo plenário da Câmara dos Deputados nas próximas sessões.

Créditos