Jet ski: piloto bate recorde de 160 km/h no Maranhão
O piloto John Diesel, do Piauí, bateu o recorde brasileiro de velocidade no jet ski ao atingir 160 km/h no Maranhão. O feito aconteceu na tarde deste sábado (10), durante a 3ª etapa do Circuito Maranhense da modalidade, disputada em Lima Campos, a 322 quilômetros de São Luís.
A marca colocou o município maranhense no centro do noticiário nacional do esporte náutico. Além disso, reforçou o peso que as etapas do circuito local ganharam entre pilotos de fora do estado.
Recorde de jet ski sai em Lima Campos
John Diesel alcançou 160 km/h em uma das baterias da etapa. O resultado superou a melhor marca anterior registrada no país na modalidade e foi o ponto alto da programação.
A prova reuniu competidores do Maranhão e de outros estados. As disputas combinaram velocidade e habilidade na água, formato que vem atraindo público crescente às margens das competições.
Segundo o relato da organização, o desempenho do piloto piauiense surpreendeu até os adversários mais experientes. Portanto, o nome de Lima Campos passou a circular entre os praticantes do jet ski em todo o Brasil.
Circuito Maranhense reúne pilotos de vários estados
O calendário estadual da modalidade já virou referência regional. A cada etapa, o circuito recebe pilotos de estados vizinhos e movimenta a economia das cidades que sediam as provas.
Assim como ocorre em outras modalidades náuticas, a estrutura de apoio e a segurança dos atletas são temas centrais. Em São Luís, por exemplo, o assunto já foi levado a debate público após acidentes no litoral, como mostrou esta reportagem sobre segurança no kitesurf.
No caso do jet ski, a velocidade é a essência da competição. Por isso, as baterias exigem pilotagem precisa e equipamentos revisados a cada largada.
O que muda para o esporte náutico no Maranhão
Um recorde brasileiro conquistado em solo maranhense funciona como vitrine para o Estado. No entanto, o efeito prático depende da continuidade do calendário e do apoio a novos pilotos.
A expectativa é que a marca de John Diesel atraia mais competidores às próximas etapas e amplie a visibilidade do circuito. Como resultado, cidades do interior podem entrar na rota de eventos que hoje se concentram em poucas sedes.
O esporte náutico maranhense já ocupa espaço crescente na agenda local, ao lado de modalidades tradicionais como o futebol e o vôlei. A tendência é que o recorde sirva de chamariz para a temporada seguinte.
Com informações de O Imparcial. Foto: Reprodução / O Imparcial.
O Ludovico



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