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Procon de Imperatriz retira de circulação produtos da Ypê após determinação da Anvisa

Procon de Imperatriz retira de circulação produtos da Ypê após determinação da Anvisa

Procon de Imperatriz retira de circulação produtos da Ypê após determinação da Anvisa

A Prefeitura de Imperatriz iniciou nesta quinta-feira (08), por meio do do Instituto de Proteção e Defesa do Cidadão e Consumidor (Procon Municipal), uma operação de fiscalização para retirar das prateleiras produtos da marca Ypê que foram alvo de determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A ação é conduzida pelo ógão do município em supermercados e estabelecimentos comerciais da cidade.

A medida ocorre após a publicação da Resolução nº 1.834/2026 da Anvisa, que determinou o recolhimento, suspensão da comercialização, fabricação, distribuição e uso de produtos saneantes fabricados pela empresa responsável pela marca Ypê.

Segundo o órgão federal, inspeções realizadas entre os dias 27 e 30 de abril identificaram falhas consideradas graves nos processos de produção e controle de qualidade da fábrica. A Anvisa informou ainda que os problemas detectados podem representar risco sanitário, inclusive com possibilidade de contaminação microbiológica dos produtos.

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A determinação atinge apenas lotes terminados com o número 1. Entre os itens afetados estão detergentes lava-louças, lava-roupas líquidos, sabão em pó e desinfetantes das linhas Ypê, Tixan Ypê, Bak Ypê, Atol e Pinho Ypê.

Durante a fiscalização em Imperatriz, equipes do Procon realizaram a retirada imediata de produtos das prateleiras e estoques dos estabelecimentos. A coordenadora do órgão, Socorro Lima, afirmou que a prioridade é impedir que produtos com potencial risco continuem sendo vendidos aos consumidores.

O Procon orienta que consumidores que tenham adquirido os produtos incluídos na resolução suspendam imediatamente o uso e procurem o fabricante ou o estabelecimento onde a compra foi feita para solicitar troca ou reembolso. Comerciantes que descumprirem a determinação poderão sofrer sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor e na legislação sanitária.

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