Terapia assistida com cães leva Maia a hospital de São Luís
Crianças e jovens internados no Hospital Juvêncio Matos, no Centro de São Luís, receberam na quarta-feira (14) a visita da labradora Maia. A cadela integra o projeto Terapia Assistida com Cães, do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA).
A atividade levou brincadeiras e recreação para a enfermaria e integrou a programação da Semana das Crianças. Além disso, os participantes ganharam livros de colorir e miniaturas da cadela.
Terapia assistida com cães muda a rotina da enfermaria
A presença da labradora mudou a rotina do hospital naquele dia. Pacientes que passam semanas internados participaram de atividades recreativas ao lado do animal, conforme informou a Secretaria de Estado da Saúde (SES).
Segundo o coordenador do projeto, tenente-coronel Bruno Gonçalves, a proposta é aproximar pacientes e animais. Assim, a iniciativa busca oferecer experiências positivas durante o tratamento hospitalar.
O coordenador afirmou que a ação busca aproximar os pacientes dos animais e oferecer experiências positivas durante o atendimento. Para as crianças, o momento virou uma pausa na rotina de exames e medicação.
O que a terapia com animais faz com quem está internado
A terapia assistida com animais é usada em hospitais de vários países. Pesquisas na área apontam redução da ansiedade, melhora do humor e mais disposição para seguir o tratamento.
No caso das crianças, o contato com o cão ajuda a reduzir o medo do ambiente hospitalar. Como resultado, elas encaram exames e procedimentos com mais tranquilidade.
Ademais, a visita do animal também alivia a tensão das equipes de saúde. Setores como pediatria e oncologia costumam registrar boa recepção às atividades recreativas.
Como funciona o projeto do Corpo de Bombeiros
O projeto Terapia Assistida com Cães existe há dois anos no Maranhão. Ademais, ele funciona com cães treinados e condutores militares que visitam unidades de saúde em datas específicas.
A labradora Maia é a principal integrante da equipe. Dessa forma, ela já percorreu hospitais da Grande São Luís e atende tanto crianças quanto adultos internados.
Os bombeiros não informaram quantos pacientes participaram da ação desta quarta-feira. Contudo, a corporação confirmou que o projeto segue com agenda de visitas ao longo do ano.
Ação fez parte da Semana das Crianças
A visita ao Juvêncio Matos ocorreu dentro da programação da Semana das Crianças. Portanto, a SES organizou uma série de atividades recreativas em unidades da rede estadual.
As ações incluíram brincadeiras, leitura, música e distribuição de brindes. Como resultado, o ambiente hospitalar ficou mais leve para as crianças e para as famílias que acompanham o tratamento.
Para a família de pacientes oncológicos, esse tipo de atividade tem peso ainda maior. O Hospital Aldenora Bello, que concentra o atendimento oncológico no estado, também já recebeu iniciativas semelhantes de humanização.
O que o Corpo de Bombeiros leva para dentro do hospital
Além do cão, os militares levam material recreativo e conduzem as brincadeiras. Dessa forma, a atividade ocupa a manhã dos pacientes e envolve também os acompanhantes.
Os bombeiros não divulgaram o número de pacientes atendidos desde o início do projeto. Por outro lado, a agenda de visitas continua ativa em unidades da rede estadual.
Outras unidades já receberam a Maia
O projeto passou por hospitais como o Aldenora Bello, o Hospital da Ilha e o próprio Juvêncio Matos. Além disso, a equipe visita abrigos, escolas e instituições que atendem crianças em situação de vulnerabilidade.
A cadela Maia se tornou conhecida em São Luís depois de publicações nas redes sociais da corporação. Ademais, o trabalho ganhou espaço em reportagens locais e virou referência de humanização no atendimento.
O que esperar daqui para frente
A tendência é que o projeto amplie o calendário de visitas ao longo de 2026. A corporação estuda novas parcerias com a rede estadual de saúde, o que pode levar o time a mais municípios do interior.
Enquanto isso, a rotina das crianças internadas no Juvêncio Matos segue com uma lembrança a mais. Por isso, ações simples como essa se tornam, para muitos pacientes, o melhor momento de um dia difícil.
Com informações do O Imparcial
O Ludovico



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