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Trump divulga VÍDEO de ataque que matou líder de facção venezuelana

Trump divulga VÍDEO de ataque que matou líder de facção venezuelana

Trump divulga VÍDEO de ataque que matou líder de facção venezuelana

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Foto: Patrick B. Ruddy/Casa Branca

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou nesta sexta-feira (12) um vídeo que, segundo ele, mostra o ataque militar que matou Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, apontado como líder da facção venezuelana Tren de Aragua.

As imagens foram publicadas após Trump afirmar que o Comando Sul dos Estados Unidos, o Southcom, realizou uma ação “rápida e letal” contra o chefe da organização criminosa. No vídeo, é possível ver o momento em que uma estrutura é atingida e explode.

Na postagem, Trump disse que a operação foi realizada sob suas ordens e classificou o Tren de Aragua como uma das organizações terroristas “mais sanguinárias” do mundo. O presidente estadunidense também afirmou que a ação foi coordenada com autoridades venezuelanas.

Trump não informou quando o ataque ocorreu nem deu detalhes sobre o local exato da operação. Até o momento, o governo da Venezuela não confirmou publicamente a versão apresentada por Washington.

Niño Guerrero era considerado uma das principais lideranças do Tren de Aragua, grupo surgido em prisões venezuelanas e que se expandiu por países da América Latina. O governo dos Estados Unidos já havia designado a facção como organização terrorista estrangeira.

O líder da facção estava foragido desde 2023, quando escapou da prisão de Tocorón, na Venezuela. Ele era acusado pelas autoridades estadunidenses de participação em crimes como extorsão, tráfico de drogas, tráfico de pessoas, lavagem de dinheiro e assassinatos por encomenda.

A divulgação do vídeo reforça a estratégia de Trump de usar operações militares contra grupos classificados por seu governo como narcoterroristas. A ofensiva também ocorre em meio à ampliação da presença militar estadunidense no Caribe e à pressão de Washington sobre organizações criminosas ligadas à Venezuela.

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