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Massacre em jantar de família deixa oito mortos nos EUA; crianças estão entre as vítimas

Massacre em jantar de família deixa oito mortos nos EUA; crianças estão entre as vítimas

Massacre em jantar de família deixa oito mortos nos EUA; crianças estão entre as vítimas

Oito pessoas, incluindo quatro crianças e adolescentes, foram mortas a tiros durante um jantar de família em Billings, em Montana, nos Estados Unidos, no domingo (23). O autor dos disparos, Alan Smith, de 44 anos, invadiu a casa dos próprios pais, onde parentes estavam reunidos, abriu fogo e provocou um incêndio que destruiu o imóvel.

Criança ligou para a emergência durante ataque

Entre as vítimas estavam os irmãos Landon Ghekiere, de 15 anos, e Charlotte Ghekiere, de 12, além dos meio-irmãos Owen Ireland, de 13, e Chloe Ireland, de 7. Também morreram Megan Ireland, mãe de Owen e Chloe, e outros três familiares. Smith era tio postiço de parte das vítimas.

Charlotte chegou a ligar para o serviço de emergência enquanto os disparos aconteciam. Segundo o xerife interino do condado de Yellowstone, Kent O’Donnell, ainda era possível ouvir tiros durante a chamada. Cerca de três minutos depois, a casa foi incendiada.

Quando os policiais chegaram, por volta das 18h12, encontraram o imóvel completamente tomado pelas chamas e ouviram novos disparos. Smith foi localizado do lado de fora, nos fundos da residência. Pouco depois, um agente ouviu o que O’Donnell descreveu como “um último tiro”.

Família havia se reunido para jantar

Segundo Adam Ghekiere, pai de Landon e Charlotte, os filhos sequer deveriam estar no encontro naquela noite. A família costumava fazer o jantar semanal às sextas-feiras, mas havia mudado a reunião para domingo por causa de compromissos.

Smith havia sido expulso da casa dos pais algumas semanas antes, segundo familiares. Ele teria passado a viver de forma isolada e, de acordo com Brad Ireland, ex-marido de Megan, apresentava sinais de comportamento preocupante.

— Havia muitos sinais de alerta e muitas pessoas se manifestaram. Ninguém deu ouvidos — afirmou Ireland ao New York Post.

A polícia informou que Smith não tinha antecedentes criminais conhecidos. As circunstâncias que levaram ao ataque ainda são investigadas.

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