Ex-presidente do BRB recebeu R$ 146 milhões em imóveis de Vorcaro – Meio
Prezadas leitoras, caros leitores,
O Brasil encerrou o ano de 2025 com a menor taxa de desemprego da história recente, atingindo 5,1% no quarto trimestre. Esta é uma excelente notícia, porém quase 40% dos trabalhadores ainda estão na informalidade. Essas duas realidades simultâneas tornam o debate sobre a redução da jornada de trabalho para 6×1, que está em discussão acelerada em Brasília, muito mais complexo do que a dicotomia simplista entre direitos e exploração sugere.
A mudança proposta pode resultar em mais pessoas ficando desprotegidas, contrariando o objetivo de ampliar a proteção social. Na Edição de Sábado, exclusiva para assinantes premium, a economista Deborah Bizarria, especialista em gestão pública e colunista deste veículo, destaca a importância de considerar essa discussão, que abrange desde a jornada de trabalho até a pejotização, das plataformas digitais ao Microempreendedor Individual (MEI), como parte de uma agenda mais ampla: a da produtividade. Sem um aumento na produtividade, os direitos continuarão beneficiando mais aqueles que já possuem mais, e menos aqueles que mais necessitam.
No âmbito econômico, Adriano Oliveira explana sobre o motivo pelo qual a poupança, criada no Brasil Império, ainda é a forma de investimento preferida pelos brasileiros, e apresenta alternativas igualmente seguras. Já em uma abordagem mais poética, Guilherme Werneck entrevista a documentarista Eliza Capai, que participa do festival É Tudo Verdade com o filme “A Fabulosa Máquina do Tempo”, que retrata os sonhos de meninas na cidade de Guaribas, no sertão do Piauí.
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Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília
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